O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os Estados Unidos estão no foco da semana, e hoje não poderia ser diferente
A semana foi marcada por um certo marasmo dos mercados. Os olhos estavam voltados para os dados da economia norte-americana, em especial o PIB e a inflação, divulgados entre ontem e hoje.
O número de pedidos de auxílio desemprego dos EUA também veio abaixo do esperado, o que mostra que a rota para a retomada da atividade econômica aponta para o lugar certo.
Nesta sexta-feira (28), o mundo deve conhecer o recheado e imenso Orçamento para 2022 do país, proposto pelo presidente americano, Joe Biden. “Imenso” porque o valor dos gastos públicos deve atingir US$ 6 trilhões, de acordo com o que foi dado pelo The New York Times. “Recheado” porque inclui todos os planos de ajuda e estímulos à economia propostos pelo presidente.
Esse cenário anima as bolsas pelo mundo, que operam majoritariamente no azul.
No Brasil, o número de desempregados, divulgado pelo Caged no início da semana, veio em linha com o esperado pelo mercado. Entretanto, o governo federal tem um grande desafio pela frente, de recolocar na economia quase 15 milhões de pessoas.
O prazo para a entrega do Imposto de Renda 2021 com ano-base 2020 encerra no dia 31/05. Ainda tem dúvidas? Hoje a nossa repórter Julia Wiltgen responderá perguntas do Guia Definitivo do Imposto de Renda no nosso canal no YouTube, ao meio-dia.A transmissão será aberta para todos. Não perca!
Leia Também
O mundo conhecerá hoje os índices de preços dos gastos com consumo, chamados de PCE e Núcleo do PCE. A primeira leitura da inflação americana já movimentou os mercados ontem, mas a publicação oficial de hoje ainda pode ter influência no mercado.
Não, não estamos falando do Brasil. O presidente americano, Joe Biden, deve apresentar a proposta de orçamento para 2022, com o maior investimento no país desde a Segunda Guerra Mundial. De acordo com o The New York Times, os gastos federais atingirão os robustos US$ 6 trilhões no ano fiscal de 2022 e que os gastos atinjam US$ 8,2 trilhões até 2031.
Isso geraria um déficit do governo federal de US$ 1,8 trilhão, apesar de uma série de novos impostos sobre corporações e pessoas de alta renda, destinados a pagar por seus planos de estímulos. O plano leva em conta investimentos para crianças em idade pré-escolar e o “Plano Família”, uma espécie de auxílio emergencial permanente para baixa renda.
Maiores detalhes do plano de Biden devem ser detalhados na apresentação de proposta de orçamento.
Os índices asiáticos fecharam majoritariamente em alta na manhã desta sexta-feira (28). Os dados de ontem da economia norte-americana animaram os mercados, dando sinais de que os EUA estão no caminho para a retomada das atividades.
Da mesma forma, as bolsas da Europa operam em alta, também motivadas pelos dados da economia americana. Além disso, o índice de sentimento econômico da região superou as expectativas do mercado e atingiu os maiores níveis pré-pandemia pelo segundo mÊs consecutivo.
Por fim, os futuros de Nova York apontam para uma abertura em alta, à espera do anúncio da proposta orçamentária para 2022 do presidente americano, Joe Biden.
Confira os principais destaques para esta sexta-feira (28):
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora