O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Luis Stuhlberger e Rogério Xavier dizem que a medida pode ser necessária, caso a vacinação demore demais; ambos veem 2021 positivo para os mercados
O pagamento do auxílio emergencial por mais dois ou três meses em 2021 não preocupa o CEO da Verde Asset, Luis Stuhlberger, e o fundador da SPX Capital, Rogério Xavier. Para ambos, a medida é considerada necessária caso a vacinação demore demais no Brasil.
Lendas do mercado financeiro, Stuhlberger e Xavier participaram de um evento online do Credit Suisse nesta terça-feira (26). Os gestores demonstraram otimismo com a retomada econômica do Brasil neste ano e com a reação dos mercados.
Para o fundador da SPX, a parte de política monetária, o lado fiscal e o desenrolar da eleição na Câmara e no Senado parecem favoráveis ao governo. "É muito provável que a gente tenha o avanço de uma PEC importante, como a emergencial", disse.
Xavier contou ter recebido com satisfação a última ata do Copom e a derrubada do forward guidance na última decisão sobre juros do Banco Central. O instrumento indicava que a Selic permaneceria baixa por bastante tempo.
Mas, na avaliação do fundador da SPX, a taxa já estava excessivamente baixa. "2% não é uma taxa de equilíbrio. Espero ver mais ações no sentido de corrigir esse nível dos juros em 2021", afirmou. "Está parecendo o ano de consertar os erros".
Xavier disse ainda que no resto do mundo as curvas de juros parecem "muito pouco inclinadas". "Quando eu olho em juros em todo o mundo, me dá vontade de tomar todas as inclinações", disse.
Leia Também
Já Stuhlberger disse que o juro real negativo fez "mal para o Brasil". "Mas não acho que o juro vai voltar ao que era antes". Entre os efeitos negativos da Selic baixa, estaria o real depreciado em relação ao dólar, segundo o CEO da Verde.
Stuhlberger disse ver com otimismo este ano e que "até cogita vender S&P e comprar Brasil". O Verde sempre teve alocação de 35% em ações brasileiras, mas hoje reserva 21% para papéis daqui e 15% no exterior, segundo o sócio da gestora.
O gestor lembrou que no longo prazo o cenário local continua desafiador. "Se o País não resolver as desigualdades e os problemas estruturais, vai acabar mal".
"Todo mundo diz que o Brasil flerta com o abismo mas não cai. É uma verdade que não será verdade por todo tempo", disse o CEO da Verde. "Podemos querer eleger um salvador da pátria novamente. Espero que a gente não caia nisso de novo daqui dois anos".
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora