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Setor de tecnologia sustenta os índices S&P500 e Nasdaq em alta em meio a preocupações com avanço da covid-19; ações brasileiras caem em NY
A negociação com as ações na B3 deu uma pausa em razão do feriado de aniversário da cidade de São Paulo. Mas se enganou quem esperava por uma segunda-feira mais tranquila.
Em Nova York, os índices S&P500 e Nasdaq iniciaram o dia em alta puxados pelas ações do setor de tecnologia, mas perderam força. Já o Dow Jones — que tem maior peso de papéis da "velha economia" — se manteve no vermelho desde os primeiros negócios.
Aqui no Brasil, o dólar comercial era negociado em alta de 0,55% por volta das 13h30, cotado a R$ 5,508. O EWZ, o fundo de índice de ações brasileiras negociado lá fora, marcava uma queda de 1,74%.
Com o aumento recente de casos de coronavírus no exterior, os investidores resolveram inverter nas últimas sessões o movimento de rotação que vinha beneficiando as ações de empresas que ganham com a reabertura da economia.
A semana é marcada ainda pela divulgação dos balanços de pesos pesadíssimos da tecnologia como Microsoft, Apple, Facebook, Tesla e Amazon, o que ajuda a sustentar algum otimismo nos negócios.
A notícia de que o Estado da Califórnia pode flexibilizar as medidas de isolamento social também animou os investidores mais cedo. Mas o fato é que o avanço da covid-19 e a descoberta de novas mutações do vírus seguem preocupando o mercado.
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A notícia que circula na imprensa é que o executivo vai assumir a presidência da BR Distribuidora, privatizada em 2019. Trata-se de mais um baque para a ala liberal do governo Bolsonaro, que vem sofrendo baixas desde o ano passado.
Com a B3 fechada hoje, a reação do mercado pode ser vista em Nova York, onde os ADRs (recibos de ações) da Eletrobras desabavam mais de 7,59%, cotados a US$ 5,36, por volta das 16h45 (de Brasília). Com a queda de hoje, a estatal acumula uma perda de quase 30% do valor de mercado lá fora apenas em janeiro.
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