O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em dia negativo para a bolsa brasileira, as ações das operadoras chegaram a subir cerca de 10%
A proposta de fusão entre as operadoras de saúde Hapvida (HAPV3) e Intermédica (GNDI3) segue embalando o mercado, mesmo em um dia negativo para a bolsa brasileira. As duas companhias lideram as altas do dia.
Por volta das 13h, o Ibovespa recuava cerca de 1,28%, aos 123.481,65 pontos. Enquanto isso, Hapvida apresentava alta de 3,85% e GNDI de3,22% . Mais cedo, as duas companhias chegaram a encostar em uma valorização de 10% com relação ao último fechamento.
Na sexta-feira (08), as ações da Intermédica terminaram o dia com uma alta de 26,59% e as da Hapvida avançaram 17,67%.
No fim da tarde de sexta-feira (08), a Hapvida divulgou um fato relevante com detalhes sobre a operação.
A operadora confirmou uma proposta de fusão com a rival via fusão das bases acionárias das companhias. Segundo o comunicado, os acionistas da Hapvida ficariam com 53,1% da nova empresa e os da Intermédica com o restante, 46,9%.
As duas operadoras são as únicas empresas listadas que funcionam de forma verticalizada na bolsa, ou seja, priorizam uma rede de atendimentos próprio, com clínicas, laboratórios e hospitais da sua própria rede de atendimentos. Desde 2018, quando abriram capital na bolsa, as duas empresas vêm em um processo acelerado de expansão.
Leia Também
Com base nos balanços do terceiro trimestre — o último divulgado pelas empresas — a nova empresa formaria um conglomerado de 13 milhões de usuários dos planos de saúde e uma receita combinada de R$ 4,8 bilhões. O que significa que essa seria a maior operadora do país em questão de números de beneficiários.
O alcance geográfico da nova companhia também seria muito expressivo. Atualmente, a Hapvida atua com força no Norte e Nordeste, enquanto o GNDI tem uma presença mais consolidada nas regiões Sul e Sudeste.
Com as informações disponíveis até agora sobre os planos, a reação dos analistas tem sido positiva. A aprovação do negócio pelo Conselho Administrativo de Defesa econômica (Cade) não é visto como um risco real, já que, na leitura deles, serão precisos somente alguns ajustes regionais em localidades em que as duas companhias atuam com presença forte.
Para o Bradesco BBI, o acordo é positivo para as duas empresas e os ganhos de sinergia entre as duas empresas envolve a diluição das despesas administrativa — o que melhora a alavancagem operacional —, a criação de um plano de saúde de cobertura nacional e uma oferta de produtos mais diversificada.
Os analistas Fred Mendes, Gustavo Tiseo e Lucca Brendim acreditam que o valuation, utilizado o múltiplo que relaciona preço da ações e o lucro da empresa, pode variar de 40 a 45 vezes, mas ainda é preciso mais informações para detalhar melhor.
Já o Morlan Stanley diz que essa possível fusão elimina um dos riscos que estavam no radar das duas empresas: a concorrência direta em alguns territórios, como Belo Horizonte (MG) e Joinville, onde não precisarão brigar pelos bons ativos regionais e já existem players maiores que concentram a maior parte do mercado.
A estimativa dos analistas Javier Martinez de Olcoz Cerdan, Caio S. Moscardini e Daniela Santoro é que essas empresas sejam "complementares", concentrando 19% do mercado de operadoras até o fim de 2021, um número que não coloca em risco a aprovação do negócio pela ANS.
O Credit Suisse também fez algumas projeções para o que seria a nova empresa criada pela fusão. Segundo o analista Mauricio Cepeda, a sinergia entre as duas companhias tem o potencial de cortar as despesas operacionais (G&A) em cerca de R$ 500 milhões. Com menos competição por novos ativos, as novas aquisições podem ter um custo 20% menor.
Ainda segundo o banco suíço, com uma cobertura nacional, a venda de planos empresariais pode ficar 2% acima das projeções atuais. A fusão das companhias também traria um melhor tíquete médio para os planos oferecidos, melhorando a sinistralidade.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano