🔴 TOUROS E URSOS: A AÇÃO QUE QUASE DOBROU E FOI UM TOURO EM 2025 – ASSISTA AGORA

Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

FII DO MÊS

CVBI11, TGAR11 e BRCO11 ficam entre os fundos imobiliários favoritos dos analistas em setembro; confira a lista e entenda

Em meio à alta da inflação, o preferido das corretoras neste mês conta com uma característica ligada ao avanço dos preços em seu portfólio

Larissa Vitória
Larissa Vitória
9 de setembro de 2021
6:13 - atualizado às 15:56
Selo Melhores Fundos Imobiliários 2 | Fundo Imobiliário Bresco Logística BRCO11 FIIs Magazine Luiza Fundo Imobiliário
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Em mais um mês conturbado, o mercado financeiro mostrou que fontes de boas notícias podem se transformar em verdadeiras bombas dizimadoras de ganhos em questão de dias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se em julho as decisões políticas — notoriamente a de manter isentos de Imposto de Renda os dividendos distribuídos por fundos imobiliários — ajudaram na recuperação dos FIIs, em agosto a tensão de Brasília foi implacável e derrubou as cotações dos ativos.

Em meio às discussões sobre o Orçamento de 2022, as reformas estruturais que costumam agradar ao mercado foram novamente deixadas de lado, e o fiscal brasileiro voltou a ficar pressionado pelo pagamento da fatura de R$ 90 bilhões em precatórios.

As mudanças no IR — que preveem, por exemplo, a redução na frequência do come-cotas nos fundos e a tributação dos dividendos pagos por empresas — apesar de aprovadas na Câmara, já enfrentam obstáculos no Senado. Nem mesmo as alterações aprovadas pelos deputados parecem ser suficientes para convencer a Casa a dar seguimento à reforma.

Para coroar a lista de problemas, a já frágil harmonia entre os Poderes sofreu um baque duro na terça-feira (7), com as últimas falas do presidente Jair Bolsonaro ao STF durante as manifestações do feriado da Independência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apresentamos no Instagram uma análise sobre como isso gerou um desconto "aparentemente exagerado", segundo analistas de mercado, na bolsa de valores.

Leia Também

Confira abaixo e aproveite para nos seguir no Instagram (basta clicar aqui). Lá entregamos aos leitores análises de investimentos, notícias relevantes para o seu patrimônio, oportunidades de compra na bolsa, insights sobre carreira, empreendedorismo e muito mais.

Ver essa foto no Instagram

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma publicação compartilhada por Seu Dinheiro (@seudinheiro)

VAGA GRATUITA: Acesse nosso grupo no Telegram, com análises de investimentos, notícias em tempo real importantes para o seu patrimônio, insights para sua carteira, comentários em áudio e muito mais. É só clicar aqui.

O presidente afirmou que não aceitará mais decisões do ministro Alexandre de Moraes, alvo central de sua campanha difamatória contra a Corte, e teve o discurso repudiado por lideranças políticas e autoridades do país, incluindo o presidente do STF, ministro Luiz Fux.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com todo o turbilhão político e econômico no período, o IFIX, índice que mede o comportamento dos Fundos Imobiliários mais negociados na Bolsa, terminou agosto com um recuo de 2,63%.

O resultado apaga os ganhos do mês anterior e aprofunda a queda do índice em 2021, para 4,19%. O desempenho dos segmentos mostra que nenhum dos setores foi capaz de resistir às pressões, com destaque para o tombo de 5,95% dos fundos de lajes corporativas (escritórios).

SegmentoRentabilidade em agosto
Recebíveis imobiliários-1,39%
Híbridos/Outros-2,40%
IFIX-2,63%
Shoppings/Varejo-3,82%
Fundos de fundos-4,74%
Logístico/Industrial-4,85%
Escritórios-5,95%
Fonte: Santander

Selic segue pressionando — e vem mais aumento por aí

Além das tensões políticas, que afetam praticamente todos os investimentos brasileiros, os fundos imobiliários seguem pressionados pelas previsões de altas contínuas da taxa básica de juros.

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), que aumentou novamente a Selic em 1 ponto percentual em agosto, para 5,25% ao ano, já prometeu outro ajuste da mesma magnitude na reunião marcada para os dias 21 e 22 de setembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com as altas da taxa se enfileirando a cada encontro, segundo os economistas consultados pelo BC para a última edição do Boletim Focus, a Selic deve seguir pressionada pela inflação e terminar 2021 em 7,63%.

Mas, conforme destaca a Órama na sua carteira recomendada de FIIs de setembro, mesmo com o novo ciclo de alta nos juros, a taxa ainda fica abaixo dos dois dígitos com os quais o país estava acostumado.

“Além disso, considerando o perfil dos fundos imobiliários, seria mais correto para comparação utilizarmos a taxa de juros reais de longo prazo. O IFIX apresenta um prêmio de risco médio histórico sobre essa taxa de cerca de 3%”, diz a corretora.

E nem tudo são notícias ruins para os entusiastas de FIIs: os rendimentos que os fundos imobiliários devem distribuir ainda superariam a taxa básica de juros e títulos atrelados ao IPCA. Atualmente, o dividend yield — indicador que mede o rendimento de um ativo a partir do pagamento de dividendos — do IFIX está em 7,80%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
SegmentoDividend yield anualizado
Recebíveis imobiliários11,15%
Fundos de fundos9,14%
Híbridos/Outros7,91%
IFIX7,80%
Logístico/Industrial7,68%
Escritórios7,45%
Shoppings/Varejo6,39%
Fonte: Santander

Veja também os fundos mais promissores para o restante de 2021. Confira no vídeo abaixo (e aproveite para seguir o canal do Seu Dinheiro no YouTube para receber mais conteúdos como esse):

Repeteco no pódio dos fundos imobiliários preferidos para setembro

Considerando todo este cenário, muitas corretoras fizeram ajustes em seus fundos preferidos para setembro. Algo que não mudou, porém, foi o campeão entre as indicações: o título ficou novamente com o VBI CRI (CVBI11), com três recomendações.

O fundo — que havia aparecido pela primeira vez no pódio em agosto — foi mantido no top três de Guide, Necton e Santander. Apesar do recuo de 1,65% no mês passado, quem seguiu a indicação ao menos garantiu um recuo inferior ao do IFIX.

Já na segunda posição tivemos um empate entre TG Ativo Real (TGAR11), Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Securities II (CPTS11) e Valora RE III (VGIR11), com duas recomendações cada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale destacar também que, a partir deste mês, a carteira de Fundos Imobiliários da Warren não fará mais parte da seleção do Seu Dinheiro. As indicações ficarão disponíveis apenas para assinantes da corretora.

Confira a seguir os três fundos preferidos de cada corretora entre os indicados nas suas respectivas carteiras recomendadas para setembro:

VBI CRI (CVBI11) — chegou para ficar entre os campeões?

Em meio à alta da inflação, a segunda aparição consecutiva do VBI CRI no topo das indicações das corretoras pode ser explicada por uma característica muito específica de seu portfólio.

Enquanto o sopro do dragão inflacionário assusta muitos investidores — a prévia do IPCA-15 superou as projeções em agosto —, quem aposta no campeão de indicações pode lucrar com a alta dos preços.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

OPORTUNIDADE GRATUITA DE DAR UM UPRGRADE NO SEU PATRIMÔNIO: Acesse nosso grupo no Telegram, com análises de investimentos, notícias em tempo real importantes para o seu patrimônio, insights para sua carteira, comentários em áudio e muito mais. É só clicar aqui.

A razão para isso é que o VBI CRI (CVBI11) é um fundo que investe majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), Letras Hipotecárias (LH), Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras Imobiliárias Garantidas (LIGs), classes de ativos cujos rendimentos podem estar diretamente ligados à alta da inflação e das taxas de juros.

Para se ter uma ideia do impacto dos índices, 64% do portfólio do fundo é composto por títulos indexados ao IPCA e 36% por títulos ligados ao CDI. Com um portfólio composto por 35 ativos, a taxa média de alocação é: IPCA + 7,2% e CDI + 3,2%.

Segundo os analistas do Santander, esses percentuais levam a projeções de rendimentos atrativos. “Estimamos que [o yield] fique em 9,3% nos próximos 12 meses”, destaca o relatório do banco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O portfólio do fundo é considerado diversificado pelas corretoras. Mas, na divisão por segmentos, há uma concentração nos setores de Loteamentos e de Shoppings, que respondem por 39% do total dos investimentos. Confira abaixo os percentuais de alocação por segmento:

  • Residencial (29%);
  • Loteamento (24%);
  • Logística (16%);
  • Shopping (15%);
  • Educacional (7%);
  • Varejo (6%).

O Santander destaca que essa concentração pode ser um risco, já que os dois segmentos são mais sensíveis ao cenário econômico e “no caso dos shoppings, dada que ainda estão sofrendo os efeitos causados pela pandemia, poderá haver a necessidade de utilização de fundos de reservas e garantias adicionais nos títulos”.

O banco assegura, porém, que o produto segue uma política de crédito bem estruturada pela gestora e, com os recursos de sua quinta emissão de cotas (R$ 396 milhões) “poderá diversificar ainda mais a carteira de recebíveis, aproveitando novas oportunidades do mercado”.

A Necton complementa dizendo que esse dinheiro já vem sendo alocado, o que explica a mudança na divisão por segmentos em relação ao mês anterior, mas ressalta que o fundo “ainda possui 16% do dinheiro em caixa”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre os destinos dos recursos, segundo informou a gestão, estão cinco novos CRIs na carteira. Veja abaixo os ativos e as respectivas alocações:

  • CRI Venâncio (R$ 46,1 milhões);
  • CRI FL 2 (R$ 46 milhões);
  • CRI Invert (R$ 34 milhões);
  • CRI Calçada (R$ 28,5 milhões);
  • CRI Teriva (R$ 25,1 milhões).

Caso queira salvar e compartilhar esta oportunidade de investimento, fizemos também uma publicação com um resumo no nosso Instagram (siga a gente clicando aqui). Confira abaixo:

 

 
 
 
 
 
Ver esta publicación en Instagram
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Una publicación compartida por Seu Dinheiro (@seudinheiro)

Retrospectiva — está ruim para (quase) todo mundo

Com as dificuldades do setor em agosto, a maior parte dos FIIs que fizeram parte dos top 3 das corretoras registraram tombos. O destaque negativo ficou com o JS Real Estate Multigestão (JRSE11), que liderou a ponta das quedas com recuo de quase 10%.

Entre as poucas altas — apenas três FIIs anotaram ganhos no período —, a mais expressiva foi a de 2,46% do Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11). Veja na tabela a seguir o desempenho de todos os fundos dos top 3 das corretoras no mês passado:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

ÍNDICE RENOVADO

Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal

26 de dezembro de 2025 - 9:55

Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais

CENÁRIOS ALTERNATIVOS

3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley

25 de dezembro de 2025 - 14:00

O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar

TOUROS E URSOS #253

Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro

24 de dezembro de 2025 - 8:00

Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira

AINDA MAIS PRECIOSOS

Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?

22 de dezembro de 2025 - 12:48

No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%

BOMBOU NO SD

LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro

21 de dezembro de 2025 - 17:10

Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana

B DE BILHÃO

R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista

21 de dezembro de 2025 - 16:01

Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias

APÓS UMA DECISÃO JUDICIAL

Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana

21 de dezembro de 2025 - 11:30

O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo

DESTAQUES DA SEMANA

Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques

20 de dezembro de 2025 - 16:34

Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas

OS MAIORES DO ANO

Nem o ‘Pacman de FIIs’, nem o faminto TRXF11, o fundo imobiliário que mais cresceu em 2025 foi outro gigante do mercado; confira o ranking

19 de dezembro de 2025 - 14:28

Na pesquisa, que foi realizada com base em dados patrimoniais divulgados pelos FIIs, o fundo vencedor é um dos maiores nomes do segmento de papel

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar