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O principal índice da bolsa brasileira fechou o dia em queda de 1,34%, aos 106.296 pontos — longe das mínimas, mas no menor nível desde novembro de 2020. Na semana, a queda foi feia, e o Ibovespa recuou mais de 7%.
Pelo menos um dos temores do mercado teve um desfecho nesta sexta-feira (22) — Paulo Guedes segue sendo o ministro da Economia, e o país não vai passar o fim de semana na incerteza.
Após as baixas recentes na equipe econômica, o capitão do navio continua firme. Diante de tantas incertezas e a confirmação da elevação dos gastos, ter alguma estabilidade é importante.
Hoje, Paulo Guedes e Jair Bolsonaro apareceram lado a lado. Não só para confirmar que o ministro da Economia segue no cargo, mas também para explicar os motivos que fizeram a ala econômica ceder aos pedidos da ala política e autorizar um aumento nas despesas públicas, desrespeitando o teto de gastos.
O pronunciamento foi seguido de uma entrevista coletiva, e o evento durou pouco mais de uma hora. O Ibovespa chegou a flertar com o campo positivo, mas o “fico” de Guedes foi insuficiente para mudar totalmente o rumo dos negócios.
O principal índice da bolsa brasileira fechou o dia em queda de 1,34%, aos 106.296 pontos — longe das mínimas, mas no menor nível desde novembro de 2020. Na semana, a queda foi feia, e o Ibovespa recuou mais de 7%.
Porto seguro em mares turbulentos, o dólar avançou 3,16% nos últimos dias e chegou a voltar ao patamar dos R$ 5,70, mesmo com forte atuação do Banco Central para segurar a cotação da moeda. Hoje, Guedes serviu de bálsamo e a divisa recuou 0,71%, a R$ 5,6273. Quem se favoreceu com esse cenário foram as empresas exportadoras com receita em dólar, que avançaram mesmo com a queda do Ibovespa.
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O mercado financeiro sai desta semana machucado — e não estamos falando só da queda da bolsa aqui. Guedes, antes visto como grande defensor da agenda liberal, permitiu que fosse construído um “puxadinho” para o teto de gastos. Na prática, a âncora fiscal que tem mantido os gastos públicos na linha desde 2016 perdeu a credibilidade.
Paulo Guedes fica, mas o clima ainda é de luto no mercado. O tempo para aprovar as tão prometidas reformas está acabando e, mesmo que passem, os recursos já estão comprometidos. O foco agora se volta para a decisão de política monetária do Copom, na próxima quarta-feira.
Depois da pesada deterioração do cenário fiscal dos últimos dias, os investidores acreditam que será preciso agir com mais rapidez. Ainda que tenha reduzido a inclinação, a curva de juros já mostra projeção de Selic em dois dígitos no começo do ano que vem.
Mais cedo, alguns contratos de DI chegaram a ter as negociações paralisadas após oscilação máxima permitida. As opções de Copom negociadas na B3 mostram que a maior parte do mercado já espera uma elevação de no mínimo 1,25% na próxima reunião do Copom. Confira os fechamentos dos principais contratos de DI hoje:
Qual investimento mais foi impactado?
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Na noite de ontem, Bruno Funchal, secretário especial do Tesouro e Orçamento; Gildenora Dantas, sua adjunta; Jeferson Bittencourt, secretário do Tesouro Nacional; e seu adjunto, Rafael Araujo, pediram exoneração do Ministério da Economia.
A gota d’água teria sido a aprovação do furo no teto de gastos e as manobras feitas via PEC dos precatórios para encaixar mais de R$ 80 bilhões em novas despesas - o que incluiu os R$ 400 do Auxílio Brasil e do auxílio aos caminhoneiros anunciado por Bolsonaro.
Funchal é visto pelo mercado como um dos principais responsáveis pela defesa da saúde fiscal do país e sua saída da equipe demonstra a fragilidade em que se encontra o ministro Paulo Guedes. O ministro da Economia, em sua declaração nesta tarde, justificou que os secretários que olham para a parte econômica tiveram alguma dificuldade para entender as demandas da população e da ala política.
Guedes também aproveitou para dizer que os dois lados cederam, afinal, o auxílio de R$ 400 está longe dos R$ 600 inicialmente pretendidos pelo Executivo.
Depois de algumas semanas de enrosco, a PEC dos precatórios, responsável pela construção do puxadinho, parece avançar rapidamente. Depois do texto aprovado, a pauta deve seguir para votação no plenário da Câmara. Os principais pontos do texto são a mudança do indexador do teto de gastos e o prazo para o reajuste, medidas responsáveis por abrir espaço para financiar os novos gastos.
Nicolas Borsoi, economista da Nova Futura Investimentos, é um dos muitos que mostram descontentamento com o caminho aberto pelo texto, já que agora existe uma incerteza sobre qual será a âncora fiscal daqui pra frente.
“O mercado vai continuar estressado na próxima semana. Os investidores estão machucados pelas promessas não cumpridas, e a agenda de reformas e privatizações não avança. O que é apresentado é muito mais populista do que se esperava de um ministro liberal”.
Com o conturbado cenário doméstico, Wall Street ficou em segundo plano nesta semana, mas não foi esquecida. As empresas americanas seguem apresentando bons números, o que dá fôlego para que as bolsas americanas voltem a buscar suas máximas.
Hoje, no entanto, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, deu uma azedada no humor internacional ao falar sobre a elevação da inflação "bem acima da meta". Para a maior parte do mercado, a fala confirma que a redução dos estímulos monetários deve mesmo começar na reunião de novembro. Os índices em Nova York fecharam mistos.
Confira as maiores altas da semana:
| CÓDIGO | NOME | VARIAÇÃO |
| KLBN11 | Klabin units | 3,67% |
| SUZB3 | Suzano ON | 2,85% |
| LAME4 | Lojas Americanas PN | 2,26% |
| BBSE3 | BB Seguridade ON | 0,18% |
| ENBR3 | Energias do Brasil ON | -0,26% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | VARIAÇÃO |
| BIDI4 | Banco Inter PN | -21,45% |
| CASH3 | Méliuz ON | -21,21% |
| BIDI11 | Banco Inter unit | -20,41% |
| EZTC3 | EZTEC ON | -18,29% |
| PETZ3 | Petz ON | -17,88% |
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