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Bolsa hoje: a chegada de um outubro difícil

Por aqui, em dia de agenda mais esvaziada, investidores digerem o IPC-S dessa manhã, depois de uma deflação maior do que esperada para o IGP-M no início da semana; confira o principais destaques do mercado

1 de outubro de 2021
9:31
Sextou com a chegada de outubro / Imagem: Esse é o meu garoto (2012)

Hoje (1), vários indicadores de atividade econômica no exterior serão avaliados pelos investidores, que encontram uma entrada de trimestre muito diferente do que há três meses, com desdobramentos práticos no Brasil e lá fora. A Europa abriu o trimestre em queda, bem como a Ásia e os futuros americanos.

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A ver...

Seria o início do quarto trimestre um presságio melhor?

Os investidores brasileiros aguardam ansiosamente um desfecho para as questões fiscais que rondam o Orçamento de 2022, a PEC dos precatórios e a continuidade da normalização dos juros.

Sobre este último ponto, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, fala ao mercado no evento promovido pelo Morgan Stanley e o Ministério da Economia divulga o resultado da balança comercial em setembro.

O Brasil vem de uma sequência de dados positivos na economia, consolidados ontem (30) com um desemprego ainda alto e números de resultado primário melhores do que o esperado.

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Existem fundamentos que justificariam uma alta dos ativos brasileiros nos últimos três meses de 2021, principalmente pelo fato de muitas coisas estarem negociando a patamares abaixo do histórico e com desconto em relação aos pares internacionais.

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Paralisação evitada

Ontem, o governo do EUA endereçou a questão do teto da dívida no limite do tempo possível. Usando o artifício de “resolução continuada”, o Congresso apresentou na noite de ontem para Joe Biden uma maneira de financiar o governo.

Agora, o teto da dívida em si não foi resolvido, mas pelo menos evitaram um problema fiscal maior para o início do trimestre, enquanto ainda esperamos que sejam votadas algumas propostas de estímulo.

Naturalmente, os investidores presumiram anteriormente que o Congresso não seria tão irresponsável a ponto de permitir um calote dos EUA.

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Tanto é verdade que não houve uma precificação como no início da década, quando os EUA realmente entraram em default e, no final, tiveram sua nota de crédito rebaixada.

A partir daí, os entes políticos americanos perceberam que com Orçamento não se brinca. Resta saber o que entrou na negociação do governo para que houvesse um entendimento com os republicanos. Desidratações em relação aos demais pacotes de estímulo são esperadas.

Anote aí: destaques para bolsa hoje!

Para hoje, investidores ficarão de olho em dados de renda e consumo pessoal nos EUA, além do famoso deflator PCE, medida acompanhada pelo BC americano para moderar sua taxa de juros.

Por aqui, em dia de agenda mais esvaziada, investidores digerem o IPC-S dessa manhã, depois de uma deflação maior do que esperada para o IGP-M no início da semana. Fala de Roberto Campos Neto e balança comercial podem trazer volatilidade ao câmbio.

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Muda o que na minha vida?

A partir de hoje, a China entrou em feriado até semana que vem em meio às incertezas regulatórias e de crédito (Evergrande). Sobre o primeiro ponto, em relação à regulação, as preocupações têm se intensificado nas últimas semanas com a possibilidade de um maior aperto regulatório, especialmente após as novas regras que forçaram as empresas de reforço escolar a se tornarem sem fins lucrativos.

O mercado não espera que a China introduza restrições tão rígidas em outros setores para além desses que já atacou, uma vez que podemos considerar três pontos sobre o movimento chinês:

  • i) atualizando aos padrões ocidentais a regulação de suas empresas; ii) alinhando as corporações para o plano quinquenal, até 2025; e
  • iii) presságio do que vai acontecer nos EUA e na Europa em breve. Vale notar que as ações regulatórias têm sido voltadas para atacar monopólios ou proteger os trabalhadores, incluindo um pedido recente para garantir que os entregadores de empresas de entrega de alimentos online ganhem acima do salário mínimo.

Provavelmente, mais restrições são possíveis em partes da nova economia, juntamente com setores socialmente sensíveis, como real estate e saúde. Regulamentações mais rígidas sobre privacidade e segurança de dados podem afetar a monetização planejada dos dados dos clientes.

Portanto, embora permaneçamos otimistas quanto às perspectivas de médio prazo para as ações chinesas, de um ponto de vista tático o mercado vê muita volatilidade, pois há riscos regulatórios remanescentes e isso turva as perspectivas de curto prazo.

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O BRASIL ESTÁ EM LIQUIDAÇÃO

E você tem duas grandes oportunidades de se beneficiar com isso: 

1. A chance de multiplicar o seu patrimônio ao investir em boas ações com preço descontado e depois buscar lucrar com suas valorizações; 

2. Você pode ganhar um presente que só foi dado em raríssimas ocasiões: uma assinatura Premium da Empiricus (que custa, em média, R$ 2.000 por ano) totalmente de graça.

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Estamos em um momento clássico de “buy opportunity”, como não víamos há anos.

Segundo nossas pesquisas, a última vez que uma oportunidade histórica como essa aconteceu foi no final de 2015 e, desde então, pessoas comuns puderam ver seus patrimônios multiplicarem por mais do que 6 vezes em menos de 7 anos.

Embora rentabilidade passada não seja garantia de rentabilidade futura, se você quer aproveitar um bom momento de entrada, agora é a hora. E você ainda pode ganhar um presente muito especial (e raro) por isso.

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Um abraço,

Jojo Wachsmann

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