O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Autarquia manda “recado” a quem tentar reproduzir no Brasil o que aconteceu com as ações da Gamestop nos EUA; investidores locais já falavam em fazer short squeeze com os papéis do IRB
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), xerife do mercado de capitais, mandou um "recado" para quem tentar imitar o caso da Gamestop no Brasil: short squeeze pode ser considerado uma modalidade de manipulação de preços e está sujeito a punições administrativas e até penais.
Recentemente, ganhou notoriedade um movimento de investidores pessoas físicas nos Estados Unidos que se organizaram em um fórum de Reddit para inflarem os preços de ações como as da varejista de games Gamestop, a fim de obrigar fundos que estavam vendidos nesses ativos (short) a desfazerem suas posições, o que impulsionou ainda mais os preços das ações.
Esse movimento, chamado de short squeeze, levou os preços dessas ações às alturas, e logo surgiram discussões de investidores brasileiros querendo fazer o mesmo para valorizar os papéis que tinham na carteira.
Pelo menos um grupo de Telegram se formou na tentativa de reproduzir o ocorrido com as ações da resseguradora IRB, que acumulam perda de mais de 80% em 12 meses, após passar por uma série de eventos problemáticos no ano passado.
A CVM emitiu alerta, nesta sexta-feira (29), sobre a "possível atuação irregular de pessoas em mídias sociais, com vistas a influenciar o comportamento de investidores", práticas essas que podem caracterizar infrações administrativas e penais.
"A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) alerta ao mercado que a atuação com o objetivo deliberado de influir no regular funcionamento do mercado pode caracterizar ilícitos administrativos e penais", diz o comunicado.
Leia Também
A autarquia diz estar monitorando os movimentos no mercado e as comunicações nas redes sociais, e que abrirá processo administrativo para apuração de responsabilidades se for o caso, além de comunicar ao Ministério Público para a apuração de crimes.
"O chamado squeeze, que pode se configurar em situações nas quais um ou mais investidores provocam artificialmente a alta do preço de valores mobiliários, de maneira a causar prejuízos a terceiros ou auferir benefícios indevidos para si ou outros participantes do mercado, é uma das modalidades de manipulação", diz a autarquia.
"No Brasil, a depender das características do caso, tais estratégias podem ser tipificadas, em sede administrativa, como 'manipulação de preços' (inciso II, alínea 'c' da Instrução CVM 8), definição que abarca a utilização de qualquer processo ou artifício destinado, direta ou indiretamente, a elevar, manter ou baixar a cotação de um valor mobiliário, induzindo, terceiros à sua compra e venda, havendo outros tipos na regulamentação que também se destinam a reprimir práticas que atentem contra a regularidade do mercado", concluiu.
O comunicado alerta ainda que manipulação também é crime passível de punição na esfera penal, conforme crime tipificado no artigo 27-C da Lei 6.385/76.
A CVM acrescenta, ainda, que pode contribuir para a caracterização da manipulação a atuação de um conjunto de pessoas, agindo sob um interesse comum, "sendo todas elas, pelo menos em tese, possíveis de responsabilização pela conduta vedada pela Instrução CVM 8". Ou seja, todos os participantes do movimento, e não só seus líderes e organizadores, poderiam ser punidos.
Por fim, a autarquia informa que interage com a B3 e a BSM (supervisora dos mercados) para observar casos de aumento de volume de negociação, liquidez e volatilidade nos ativos, bem como dos limites de exposição nos mercados futuros, inclusive empréstimo de valores mobiliários. Assim, a CVM consegue identificar movimentações atípicas.
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo