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Criptomoeda vem sendo impulsionada pela entrada de investidores institucionais, como grandes fundos de investimento, e grandes empresas no mercado de criptoativos
O bitcoin atingiu nesta terça-feira (16) mais uma marca histórica. Pela manhã, a criptomoeda subiu 4,7% no dia e ultrapassou os US$ 50 mil pela primeira vez - o equivalente a quase R$ 270 mil. Há pouco, a moeda digital negociava na faixa dos US$ 48 mil.
O bitcoin vem renovando máximas neste ano, à medida que vem sendo adotado por grandes empresas, ganhando mais notoriedade e atraindo investidores institucionais, movimento já antecipado por especialistas neste mercado.
Recentemente, o bilionário Elon Musk anunciou que sua fabricante de carros elétricos Tesla havia adquirido US$ 1,5 bilhão em bitcoins para diversificar as reservas da empresa.
Já a MasterCard e o banco BNY Mellon anunciaram que passarão a adotar as criptomoedas nas suas atividades. A operadora de cartões de crédito permitirá que comerciantes nos Estados Unidos aceitem criptomoedas selecionadas em sua rede a partir do final deste ano.
O banco americano, por sua vez, informou que pretende custodiar bitcoin e outras criptomoedas ainda em 2021. Uber e Twitter também estudam como adotar criptoativos nas transações que realizam.
A expectativa dos investidores é que as próximas altas do bitcoin possam ser impulsionadas pela profissionalização e regulamentação desse setor, bem como pela entrada de grandes investidores institucionais no mercado, além da continuidade da adoção das criptomoedas por grandes empresas.
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Além disso, a grande liquidez vista hoje nos mercados globais, com juros nas mínimas e estímulos fiscais, tende a desvalorizar as moedas fiduciárias, como o dólar, impulsionando os ativos que têm oferta limitada e que podem oferecer função de reserva de valor, como é o caso do bitcoin, além dos tradicionais metais preciosos.
A oferta de bitcoins é reduzida a cada quatro anos, até o momento em que novos bitcoins não serão mais "emitidos".
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