O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O noticiário corporativo agitado do fim de semana, a agenda de dados econômicos no Brasil e a temporada de balanços do quarto trimestre serão os destaques da bolsa nesta semana
A Acadêmicos do Mercado Financeiro faz os últimos ajustes antes do desfile de Carnaval: finaliza as fantasias, ajeita os carros alegóricos, trabalha a cadência da bateria e mexe no portfólio de investimentos — tudo isso para garantir aquela nota 10 dos jurados.
E se você quiser passar o Carnaval só na folia, é melhor ficar atento: algumas ações estarão sob os holofotes nesta semana, sujeitas a retornos expressivos ou perdas significativas. Então, é hora de se preocupar com os quesitos "harmonia" e "evolução" da sua carteira.
Afinal, temos diversos balanços trimestrais importantes a serem divulgados nos próximos dias, incluindo as gigantes Petrobras e Vale. Além disso, o noticiário corporativo e a agenda de dados econômicos também trazem elementos que podem mexer com as cotações de diversos papéis.
A começar pelo setor de supermercados, que começa a semana no centro das atenções. As ações ON do Carrefour Brasil (CRFB3) serão um dos destaques da sessão desta segunda-feira (17), após a empresa comprar 30 lojas do atacadista Makro, por R$ 1,95 bilhão.
O passo é estratégico para a companhia continuar se expandindo no chamado "atacarejo", modelo híbrido que funciona como uma mistura entre um atacadista típico e um supermercado tradicional. As 30 lojas do Makro serão convertidas em unidades Atacadão, a bandeira do Carrefour Brasil nesse ramo.
Esse modelo de "atacarejo" é responsável pela maior parte do faturamento do Carrefour Brasil: no terceiro trimestre de 2019, por exemplo, as vendas líquidas do Atacadão somaram R$ 9,4 bilhões — as lojas de varejo tradicionais responderam por R$ 4,4 bilhões das vendas do grupo.
Leia Também
Atualmente, há 187 unidades Atacadão espalhadas pelo Brasil, sendo que a compra das lojas Makro é importante por aumentar a presença da marca em mercados ainda pouco acessados, como o Rio de Janeiro (sete unidades) e o Nordeste (oito).
O avanço do Carrefour Brasil no "atacarejo" também mexe diretamente com seu principal rival na bolsa, o GPA, que possui uma estrutura operacional bastante semelhante.
No terceiro trimestre de 2019, o Assaí — bandeira do GPA no "atacarejo" — teve receita líquida de R$ 6,9 bilhões; o multivarejo, capitaneado pelas marcas Extra e Pão de Açúcar, gerou R$ 6,6 bilhões de receita.
Tanto o GPA quanto o Carrefour Brasil têm reportado, trimestre após trimestre, um ritmo elevado de expansão do atacarejo — muito maior que o das lojas de varejo típico. Assim, a compra das unidades do Makro representa um passo importante da empresa francesa na disputa pela hegemonia nesse setor.
Considerando tudo isso, também é bom ficar atento às ações PN do GPA (PCAR4), afinal, o Carrefour Brasil tende a aumentar a distância nas vendas líquidas no "atacarejo". Em termos de desempenho na bolsa, nenhum dos dois papéis têm tido sucesso em 2019 — uma situação que pode mudar a partir desta segunda-feira.

As ações das duas empresas ainda têm um segundo fator de influência nesta semana: a divulgação dos balanços trimestrais. O GPA reporta seus números na quarta-feira (19), enquanto o Carrefour Brasil publica seus dados na quinta (20), ambas depois do fechamento dos mercados.
Se o seu negócio é um bom bloco de Carnaval, a folia dos mercados financeiros tem a opção certa para você: o desfile dos balanços do quarto trimestre toma as ruas nos próximos dias, com 25 empresas do Ibovespa reportando seus números.
E olha que toda essa farra vai ocorrer só entre segunda (17) e quinta (20). Nenhuma companhia do índice vai divulgar seus dados na sexta-feira de Carnaval (21) — afinal, ninguém é de ferro...
Veja abaixo o resumo da semana:
Dentro dessa lista, Petrobras e Vale, naturalmente, são os destaques. Magazine Luiza e IRB também são importantes — a primeira pela trajetória de expansão de suas operações de e-commerce, e a segunda pelo recente imbróglio envolvendo a gestora Squadra.
Você pode ler mais sobre as expectativas para esses quatro balanços na matéria especial feita pelo meu colega Felipe Saturnino — todas as dicas para quem quer ter um Carnaval bem-sucedido estão lá.
Ei, você aí
Me dá um dinheiro aí
Me dá um dinheiro aí!
A marchinha que mais faz sucesso no Carnaval do mercado financeiro será cantada a plenos pulmões na quinta-feira (20), com a divulgação da inflação medida pelo IPCA-15 de fevereiro — um número que pode mexer com alguns setores da bolsa.
No momento, os investidores mostram-se divididos quanto ao futuro da Selic: há quem aposte na manutenção da taxa nos 4,25% ao ano, conforme sinalizado pelo Copom na ata da última reunião. Mas também há quem defenda mais um corte, de modo a continuar estimulando a economia.
Os adeptos da segunda corrente usam os mais recentes dados econômicos para embasar a tese: os números das vendas no varejo e do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) em dezembro ficaram abaixo das expectativas, indicando que a economia local segue patinando.
Assim, o IPCA-15 será mais um dado para embasar um dos lados da discussão. Caso a inflação fique comportada, o bloco dos defensores do corte ganhará adeptos; caso os preços fiquem pressionados, o grupo pró-manutenção irá cantar mais alto.
Nesse cenário, fique atento às ações de setores mais dependentes da taxa de juros e do estímulo ao consumo, como as varejistas Magazine Luiza, Lojas Renner, Via Varejo e Lojas Americanas, entre outras.
O segmento de construção civil é outro que reage de modo mais sensível à Selic — Cyrela, MRV, Gafisa, Tenda, Direcional, Helbor e Eztec são alguns nomes a serem monitorados. Por fim, as operadoras de shoppings, como Multiplan, Iguatemi e BR Malls também costumam surfar a onda dos juros.
Agora é com você: coloque sua fantasia, ajuste sua carteira de ações e faça a festa! Aproveite a semana para deixar tudo em ordem com os seus investimentos nos próximos dias, já que a bolsa funciona até a sexta-feira (22) e, depois, só reabre na quarta-feira de cinzas (26), a partir das 13h.
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado