O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No e-commerce, a companhia informou que o GMV foi de R$5,1 bilhões no trimestre – alta de 280%; venda no canal online cresceu 299,4% em um ano, a R$ 4,282 bilhões
A Via Varejo divulgou um lucro líquido R$ 65 milhões no segundo trimestre - saindo do prejuízo de R$ 162 milhões de um ano atrás. Mas pelo critério operacional, a empresa manteve a linha no vermelho, a R$ 176 milhões - ante prejuízo de R$ 296 milhões no segundo trimestre de 2019.
Segundo a empresa, o resultado reflete o desempenho considerado "excelente" no e-commerce, mas também a desalavancagem operacional por conta da queda de receita, custos fixos vinculados ao fechamento de lojas na pandemia e aumento da despesa financeira.
Analistas do mercado financeiro previam que a companhia registrasse um prejuízo líquido de R$ 185,7 milhões, segundo a Bloomberg. A empresa está em um ciclo de alta na bolsa - cerca de 70% desde janeiro - por conta da expectativa da "virada" para o digital.
No e-commerce, a companhia informou que o GMV ("Gross Merchandise Volume", preço de venda cobrado ao cliente multiplicado pelo número de itens vendidos) foi de R$ 5,1 bilhões no trimestre - alta de 280%.
Em um trimestre marcado pela pandemia e lojas físicas fechadas em grande parte do tempo, a empresa diz que o canal on-line representou 70% das vendas no período - avanço de 51,5 pontos porcentuais em relação ao segundo trimestre de 2019.
Lojas físicas registraram queda de 63% nas vendas, para R$ 2,179 bilhões, diz a varejista. Já o canal online cresceu 299,4% em um ano, a R$ 4,282 bilhões.
Leia Também
A Via Varejo atribuiu o bom desempenho do on-line à estabilidade das ferramentas (sites e aplicativos), à introdução de melhorias na experiência do cliente e ao sucesso das iniciativas de marketing.
"Continuamos a observar uma excepcional performance do e-commerce no terceiro trimestre, com ganhos expressivos de market share e manutenção da rentabilidade", diz a companhia em comunicado.
Segundo a empresa, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de R$ 555 milhões - avanço de 45,7% em um ano. Pelo critério operacional, o resultado foi de R$ 314 milhões - uma alta de 76%. A margem Ebitda ajustada cresceu 4,2 pontos porcentuais, para 10,5%.
A receita líquida da Via Varejo teve redução de 12,4%, para R$ 5,280 bilhões, em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado financeiro líquido foi de despesa de R$ 200 milhões. Incluindo ajustes não recorrentes, o resultado ficou negativo em R$ 323 milhões.
O valor bruto de mercadoria (GMV, na sigla em inglês) cresceu 0,5%, para R$ 7,260 bilhões. Considerando-se apenas o canal on-line, a alta foi de 279,6%, para R$ 5,081 bilhões.
Paramount cogita fundir os dois streamings em um único serviço, mas ainda não há detalhes sobre nome, data de lançamento ou preço
Kepler Weber fecha acordo para combinação de negócios com a GPT; veja o que pode acontecer ao acionista de KEPL3
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura