O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Companhia elevou novamente o tom contra a administração da Linx por causa da decisão de não incluir a proposta da Totvs em assembleia de acionistas
A empresa de software Totvs prorrogou até 17 de novembro a validade da proposta de combinação de negócios com a Linx - apresentada originalmente em 14 de agosto e com o prazo de 13 de outubro.
A companhia elevou novamente o tom contra a administração da Linx por causa da decisão de não incluir a proposta da Totvs em assembleia de acionistas - listando uma série de decisões do grupo que teriam prejudicado o andamento das negociações e favorecido a Stone.
Em seguida, em documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (8), a companhia responde a justificativa do comitê independente da Linx para a submissão aos acionistas da Linx apenas do negócio com a Stone.
A empresa lembra que, desde o início das negociações, conselheiros independentes da Linx assumiram o compromisso de garantir uma competição justa. Mas que sucessivos aditivos e análise apressada das propostas teriam resultado, para a Totvs, em perda da independência dos conselheiros.
Para a Totvs, as sinergias teriam sido desconsideradas pela administração da Linx. "Sob o pretexto de a Totvs não ter fornecido informações detalhadas sobre sinergias, os assessores financeiros do comitê independente da Linx simplesmente não consideraram nenhum valor de potenciais sinergias para a proposta da Totvs", diz a companhia.
De acordo com a empresa, os assessores financeiros do comitê independente da Linx induziram ao entendimento "equivocado" de que seria, necessariamente, uma desvantagem o fato de a proposta da Totvs estar primariamente baseada em ações.
Leia Também
A companhia ainda responde à tese de falta de reciprocidade de ajuste na relação de troca. "Os assessores jurídicos da Totvs afirmaram [...] quanto à concessão da reciprocidade de tratamento para ajuste da relação de troca das ações em razão do pagamento de dividendos, juros sobre capital próprio e outros proventos, que o texto do protocolo de justificação e incorporação passaria a refletir esse ajuste", afirma.
"Por outro lado, a Totvs rejeitou, como não poderia deixar de ser, o pedido transmitido pelos assessores do comitê independente da Linx no sentido de permitir o pagamento de um dividendo de até R$ 200 milhões pela Linx, sem qualquer ajuste na relação de troca".
Não é a primeira vez que a Totvs sobe o tom contra a administração da Linx. A empresa já havia criticado a recusa do conselho independente em assinar a minuta do protocolo de incorporação da Totvs.
A briga entre as companhias começou quando o conselho de administração da Linx assinou contrato de venda para Stone, no dia 11 de agosto, por R$ 6,04 bilhões. A proposta envolvia um pagamento diferenciado aos fundadores da Linx.
Além de acionistas, eles ocupam três das cinco vagas do conselho e fecharam acordos de não-competição com a Stone. O negócio recebeu críticas de parte do mercado, que viu nesses contratos uma forma de prêmio de controle disfarçado.
A Totvs entrou formalmente na disputa pela Linx com uma proposta de R$ 6,1 bilhões dias depois do negócio com a Stone. Mas alega que já havia procurado a empresa antes e preparava uma proposta quando foi surpreendida com o anúncio da transação.
A Stone aumentou o valor da oferta pela Linx para R$ 6,28 bilhões em 1º de setembro, mas manteve o pagamento diferenciado a fundadores, ainda que em condições menos vantajosas em relação à oferta original.
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa