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na agenda

Leilão da Oi móvel acontece nesta segunda, em meio a um salto das ações da tele

Preferência da compra é do consórcio firmado pelas rivais Vivo, TIM e Claro, que já fizeram uma proposta firme de R$ 16,5 bilhões

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13 de dezembro de 2020
18:47
oi
Imagem: Shutterstock

A Oi tem mais um capítulo decisivo do processo de recuperação judicial nesta segunda-feira (14): o leilão da rede móvel da companhia, que deve ser arrematado pelo consórcio formado por TIM, Vivo e Claro.

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A companhia já arrecadou no último mês R$ 1,3 bilhão com venda de data centers e torres. Nesse meio tempo, revelou ter atingido 2 milhões de clientes na fibra ótica - área em que será seu principal foco pós-leilões - e teve um forte avanço na bolsa.

As perspectivas em torno da Oi voltaram a animar os investidores. Só no último mês as ações (OIBR3) subiram 39%, cotadas a R$ 2,36. Desde janeiro, o avanço dos papéis da companhia é de 174%.

Preferência

No leilão da rede móvel, a preferência da compra é do consórcio firmado pelas rivais Vivo, TIM e Claro, que já fizeram uma proposta firme de R$ 16,5 bilhões.

A outra possível candidata é a Highline do Brasil, que chegou a apresentar uma proposta formal cujo valor exato não foi revelado, mas que acabou superada pelo trio. Depois disso, a Highline deu declarações públicas de que não seguirá na jogada.

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A potencial divisão da Oi Móvel entre as rivais levará a uma nova configuração do mercado brasileiro, sendo aproximadamente assim: Vivo vai de 33% para 37%; TIM, de 23% para 32%; e Claro, de 26% para 29%.

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A Oi, com 16%, desapareceria do segmento móvel. Os 2% restantes seguiriam nas mãos de operadoras regionais. Os cálculos são da consultoria internacional Omdia, especializada em telecom, tecnologia e mídia.

TIM com maior fatia da Oi

A expectativa é que a TIM fique com a maior fatia da Oi Móvel, como parte de uma estratégia do grupo para obter menor resistência do ponto de vista regulatório e concorrencial.

"Na divisão, a tendência é que o operador com menor participação de mercado em cada região fique com os ativos da Oi naquele pedaço", diz Ari Lopes, da Omdia.

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Os números da partilha desenhada pelo consórcio ainda não foram revelados, mas a expectativa do mercado é que essa definição leve em conta dois elementos.

Um dos pontos é a carteira de clientes das operadoras em cada região - segmentadas pelos DDDs. A predominância de uma tele frente às outras poderia afetar a concorrência e ser motivo de contrariedade dentro do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Outro ponto que pesará na partilha é a quantidade de frequência de cada tele. Frequência é uma espécie de "rodovia no ar", por onde trafegam os sinais de internet. Quanto mais frequência cada operadora tem, maior sua capacidade de cobertura e maior a qualidade do serviço.

*Com informações do jornal O Estado de S. Paulo e Estadão Conteúdo

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