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Spoiler: os investidores não gostaram do que viram…
Você já passou pela experiência de maratonar uma série e acabar se decepcionando com o capítulo final?
Se a resposta foi sim, você já sentiu um pouquinho da sensação de 'banho de água fria' que os investidores experimentaram ao analisar os números do terceiro trimestre da Netflix.
Foi-se o tempo em que a companhia pioneira em serviços de streaming reinava absoluta entre as preferências dos consumidores. A Netflix segue como a número um do mercado, mas encontra uma concorrência cada vez maior com grandes estúdios de Hollywood e canais por assinatura lançando os seus próprios serviços.
As opções no mercado são tantas que é quase certo que você que está lendo esta matéria assine pelo menos mais de um serviço semelhante. Com um mercado cada vez mais saturado, é difícil manter o ritmo de crescimento.
Ainda que os analistas já estivessem cientes do mercado que se desenha, os números apresentados pela companhia não agradou. Quer saber o que azedou tanto o humor dos investidores? Confira 5 dos principais números.
O efeito covid-19 parece ter chegado ao fim. Depois de dois trimestres acima da marca dos 10 milhões de novos usuários, impulsionado pelas medidas de isolamento social em todo o mundo, a Netflix registrou uma queda brusca nesta linha do balanço.
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No terceiro trimestre, a companhia adicionou apenas 2,2 milhões de assinantes à sua base, enquanto a expectativa era de pelo menos 2,5 milhões. No mesmo período do ano passado, a companhia registrou 6,8 milhões de assinantes.
O número pode até não ter agradado o mercado, mas já era esperado pela companhia. Em julho, na divulgação dos resultados do 2º trimestre, a companhia já havia alertado que esperava uma redução no ritmo de crescimento da sua base de assinantes. Na ocasião, os investidores também reagiram negativamente.
A companhia divulgou um lucro líquido de US$ 790 milhões no trimestre - o equivalente a US$ 1,74 por ação. No entanto, o número também veio abaixo do esperado pelos analistas.
Segundo especialistas ouvidos pelo Factset, a previsão era de um lucro líquido de US$ 6,39 bilhões - ou US$ 2,13 por ação.
As expectativas da Netflix para o quarto trimestre de 2020 também não agradaram os investidores.
Para os últimos três meses do ano, a companhia espera registrar 6 milhões de novos assinantes. A projeção dos analistas era de 6,56 milhões.
Embora os números não tenham agradado tanto, a companhia ainda se destaca quando o assunto é o cronograma de lançamento de produções originais nos próximos meses - o que a coloca em vantagem competitiva frente aos rivais.
Enquanto a covid-19 paralisou as produções no mundo todo, a Netflix não teve as suas principais atrações afetadas pelas medidas de isolamento social. Segundo o relatório divulgano na noite desta terça-feira, a plataforma finalizou mais de 50 produções desde que os primeiros impactos do coronavírus começaram a ser sentidos.
Além de produções originais em diversas partes do globo, a empresa também planeja retomar em breve as produções de grandes hits como a quarta temporada de Stranger Things, a segunda temporada de The Witcher e o filme Red Notice, que conta com grandes estrelas de Hollywood - como Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds.
A previsão é que até o fim do ano outras 150 produções sejam concluídas.
"Para 2021, nós continuamos esperando o crescimento do número de originais Netflix lançados em todos os trimestres e estamos confiantes que teremos uma grande variedade de programação para nossos assinantes".
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O ritmo menor de produção teve um impacto positivo no caixa da companhia. Nos últimos três meses, a companhia registrou um fluxo de caixa livre de US$ 1,1 bilhão, contra o déficit de US$ 550 milhões registrados no mesmo período do ano passado. O número superou as expectativas da companhia, que esperava um fluxo de US$ 241 milhões.
A previsão da empresa é terminar o ano no azul, a aproximadamente US$ 2 bilhões.
Com o banho de água fria, os papéis da companhia não demoraram em reagir aos números.
Logo após a divulgação do balanço a companhia viu suas ações despencarem mais de 5% no after hours em Nova York.
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