O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
CEO José Isaac Peres disse, em teleconferência, que não pensa em abrir capital dessa eventual empresa segregada, e está otimista com o mercado imobiliário atual.
A administradora de shopping centers Multiplan vai retomar a atividade imobiliária de empreendimentos multiuso no entorno dos seus shoppings e, para isso, deve constituir uma empresa segregada, mas 100% pertencente à companhia.
Em teleconferência com analistas e investidores nesta quinta (29), para comentar os resultados do terceiro trimestre divulgados ontem à noite, o presidente da empresa, José Isaac Peres, disse que a Multiplan continua atenta à toda a atividade imobiliária e que, com a redução das taxas de juros e da inflação, o investimento imobiliário "parece extremamente atrativo".
O assunto surgiu enquanto Peres estava comentando sobre a influência da venda do edifício Diamond Tower - torre de escritórios do complexo do MorumbiShopping, em São Paulo - no lucro do trimestre.
A Multiplan teve lucro líquido de R$ 568,762 milhões no terceiro trimestre, alta de 368% ante o mesmo período do ano passado. Entretanto, boa parte desse ganho teve influência da venda do Diamond Tower para o fundo imobiliário conhecido como BC Fund por R$ 810 milhões.
"O trimestre foi beneficiado pela venda da Diamond Tower que contribuiu com R$ 519,8 milhões para o lucro líquido", diz o documento de divulgação dos resultados da companhia. Também contribuíram a redução das despesas de sede e de propriedades (em 48,5% e 6,8%, respectivamente) e a redução de 46,4% no resultado financeiro devido às recentes renegociações de dívidas, pré-pagamentos e redução da taxa básica de juros (Selic).
"Mas sem o efeito desse investimento imobiliário, o lucro da Multiplan estaria em R$ 300 milhões no ano, em linha com o mesmo período do ano passado", disse José Isaac Peres durante a teleconferência.
Leia Também
O CEO da Multiplan disse que a companhia já teve o investimento imobiliário como um dos seus carros-chefes e, com o tempo, acabou focando mais nos shopping centers. Mas que o momento atual se mostrou propício.
"Com a taxa de juros que nós temos hoje e as condições de financiamento, o negócio imobiliário passou a ser altamente atrativo. Nem todo mundo quer investir só em ações, títulos, dívida. E a gente tem na cabeça que o imóvel é um investimento seguro, e vai continuar sendo. Os preços agora estão subindo muito, pois havia demanda reprimida, com a crise que passamos. Hoje, com juros e inflação baixos, criou-se um caldo de cultura muito favorável ao desenvolvimento de projetos imobiliários", disse Peres.
O presidente, no entanto, rejeita a ideia de abrir capital dessa nova empresa imobiliária, por não necessitar de capital adicional, já que a Multiplan jpa adquiriu e pagou pelos terrenos com o passar dos anos. Ele disse apenas que, eventualmente, no futuro, até poderia aceitar um sócio estratégico.
A Multiplan vai lançar, em janeiro, o empreendimento Golden Lake em Porto Alegre, próximo ao Barra Shopping Sul. O projeto, que já foi postergado duas vezes, incluirá 18 torres residenciais e uma comercial, e pode superar R$ 3 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV), segundo José Isaac Peres.
Segundo o relatório de resultados da companhia, a Multiplan possui 820.519 m² de terrenos para futuros projetos multiuso. "Com base em estudos internos, a companhia estima uma área privativa para venda potencial de aproximadamente um milhão de metros quadrados", diz o documento.
Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas
O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições
A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro
Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado
Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor