O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Número reflete menor resultado de equivalência patrimonial do Itaú; instituição financeira foi afetada negativamente com perdas esperadas por operações de crédito
A Itaúsa, holding com participações no Itaú Unibanco, Alpargatas e Duratex, anunciou nesta segunda-feira (9) que teve um lucro líquido de R$ 1,784 bilhão no terceiro trimestre - baixa anual de 8%.
A queda do lucro é reflexo de um menor resultado de equivalência patrimonial do Itaú, segundo a empresa. A instituição financeira foi afetada negativamente com perdas esperadas por operações de crédito em função da crise causa pela pandemia de covid-19.
O Itaú também teve menores resultados com margem de juros, ainda que parcialmente compensados pelo controle nas despesas gerais e administrativas.
A Itaúsa informou que as despesas administrativas totalizaram R$ 33 milhões no terceiro trimestre, em um aumento de 6,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Segundo a holding, o resultado é consequência, principalmente, de maiores despesas com atualização monetária de seguros e fianças bancárias, oferecidas como garantia em processos judiciais
Serviço de escrituração de ações, decorrente do aumento de mais de 184% da base acionária nos últimos 12 meses, também teria efetado a empresa.
Leia Também
A linha de despesas tributárias chegou a R$ 18 milhões, por causa de despesas de PIS/COFINS sobre os JPCA recebido do Itaú Unibanco, aumento de R$ 16 milhões.
Ainda segundo a Itaúsa, o resultado financeiro somou R$ 3 milhões de despesa no terceiro trimestre, redução anual de 80% - efeito da menor taxa de juros sobre a dívida líquida e atualização das contingências passivas.
A Itaúsa diz que as investidas dos segmentos de bens de consumo e construção civil apresentaram bom desempenho, sendo o melhor 3º trimestre da história de cada companhia.
A Alpargatas apresentou crescimento nas operações Brasil e internacional (+17,8% de receita e 9,6% em volume), com melhor desempenho nos diversos canais, parcialmente compensado por menor contribuição das operações ex-Havaianas, diz a holding.
A Duratex também obteve crescimento significativo das vendas em todas as Divisões, aliado aos ganhos de produtividade decorrentes do aprimoramento na gestão de ativos, combinado com a maior eficiência em custos e despesas e consolidação integral dos resultados da Cecrisa e Ceusa.
"Os resultados registrados na Itaúsa provenientes do investimento na NTS foram impactados negativamente, principalmente pela menor apreciação do valor justo do ativo no 3T20 quando comparado com o mesmo período do ano anterior".
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio