O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Resultado do maior banco privado brasileiro representa uma queda de 29,7% em relação ao mesmo período do ano passado, mas superou as projeções do mercado
O Itaú Unibanco registrou lucro líquido recorrente de R$ 5,030 bilhões no terceiro trimestre, o que representa uma queda de 29,7% em relação ao mesmo período do ano passado, mas um avanço de 19,6% na comparação trimestral.
O resultado superou as projeções dos analistas compiladas pelo Seu Dinheiro, que apontavam para um resultado de R$ 4,225 bilhões. Mas deu a impressão de que poderia ser melhor.
Afinal, o lucro do maior banco privado brasileiro ficou praticamente "empatado" com o do Bradesco, embora seja maior.
A rentabilidade sobre o patrimônio líquido do Itaú melhorou em relação ao segundo trimestre, de 13,5% para 15,7%. Mas ainda está bem abaixo do nível de 23,5% no terceiro trimestre do ano passado.
Nesse quesito, o Itaú até conseguiu se manter acima do principal rival, cujo retorno foi de 15,2%, mas ficou abaixo do Santander Brasil, o campeão de rentabilidade entre os grandes bancos privados no terceiro trimestre.
Pesou no resultado do Itaú o desempenho da margem financeira, a linha do balanço que contabiliza as receitas com crédito, descontados os custos de captação.
Leia Também
No terceiro trimestre, a margem atingiu R$ 16,928 bilhões, uma queda de 11,2% na comparação com o mesmo período do ano passado e de 4,8% no trimestre.
O banco atribuiu a redução à mudança no mix de produtos do varejo, com uma menor utilização de produtos rotativos e de crediário e maior utilização de créditos parcelados com melhores condições e taxas, maior participação da carteira de pessoas jurídicas e a redução da Selic.
O resultado só não foi pior porque a carteira de crédito do Itaú teve um bom desempenho, com um avanço de 20,4% em 12 meses e de 4,4% no trimestre, para R$ 847 bilhões. Parte dessa alta, porém, é resultado da variação cambial.
As linhas com pequenas e médias e empresas foram o principal destaque, com uma alta de 36,9% nos últimos 12 meses. As operações com grandes empresas aumentaram 24,2% no mesmo período.
Assim como aconteceu com os demais bancos, o Itaú registrou uma redução na inadimplência acima de 90 dias para 2,2% em setembro. No trimestre passado, o índice estava em 2,7% e no terceiro trimestre do ano passado, em 2,9%.
Vale lembrar, porém, que a queda dos calotes é resultado principalmente dos processos de renegociação e prorrogação do pagamento de parcelas promovidos pelos bancos no auge da crise do coronavírus. Ou seja, a expectativa é que a inadimplência comece a subir nos próximos resultados.
Em um sinal de que o pior da crise do coronavírus parece ter ficado para trás, o chamado custo do crédito, que inclui as despesas com provisões para calotes, recuou 18,7% no trimestre, para R$ 6,319 bilhões. Na comparação com o mesmo período do ano passado, porém, o custo ainda foi 40,6% maior.
As receitas com a cobrança de tarifas e o resultado com seguros do Itaú Unibanco também foram destaque positivo, com aumento de 12% em relação ao terceiro trimestre do ano passado, para R$ 11,094 bilhões.
Assim como o Bradesco, o Itaú apostou no controle de custos. As despesas diminuíram 0,9% no terceiro trimestre e somaram R$ 12,678 bilhões.
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub
Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio
Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029
Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex
Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis