O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa de resseguros teria prejuízo antes de impostos de R$ 112 milhões entre janeiro e setembro de 2019 sem itens que não devem se repetir nos próximos trimestres, segundo a gestora
A empresa de resseguros IRB-Brasil registrou um lucro líquido antes de impostos de R$ 1,390 bilhão de janeiro a setembro de 2019. Mas sem a ajuda de itens considerados extraordinários, ou seja, que não devem se repetir nos resultados seguintes, a companhia na verdade teria um prejuízo de R$ 112 milhões no período.
Os cálculos são da gestora de fundos Squadra, que tem uma grande posição vendida em ações do IRB e publicou uma carta com uma análise sobre os resultados da empresa.
Os papéis do IRB (IRBR3) chegaram a cair 15% no pregão desta segunda-feira em reação ao documento, mas reduziram parte das perdas e fecharam o dia em queda de 9,06%, cotados a R$ 40,77. Leia também nossa cobertura completa de mercados.
A diferença de R$ 1,5 bilhão entre o resultado contábil e o que seria o recorrente na visão da Squadra é atribuída a cinco itens. O principal deles é a contabilização de recebimentos de compensações por sinistros que ainda não foram pagos. Essa expectativa de ganho futuro contribuiu com R$ 605 milhões para o resultado dos nove primeiros meses de 2019.
De acordo com a gestora, apenas uma resseguradora local além do IRB reconhece esse ajuste, no valor equivalente a 2% das provisões. No IRB, esse percentual estaria em 30% e começou a ser contabilizado no ano passado.
Outros R$ 282 milhões do resultado da resseguradora em 2019 vieram da reversão de provisões de sinistros referentes a anos de subscrição anteriores a 2014. Como a empresa não divulga o efeito de reavaliações de reservas de anos anteriores, esse número se trata apenas de uma estimativa da Squadra, que no entanto diz ter sido conservadora.
Leia Também
A gestora também avalia que a avaliação considerada otimista da sinistralidade de contratos subscritos em 2019 rendeu outros R$ 292 milhões à companhia. A projeção de pagamento de indenizações pelo IRB estaria em apenas 30% dos prêmios, contra uma sinistralidade estimada em 71% para o acumulado dos contratos dos cinco anos imediatamente anteriores.
Os outros dois itens extraordinários reconhecidos nos resultados do IRB se referem à participação da companhia em shopping centers. A empresa obteve R$ 119 milhões com a venda do Minas Shopping e reavaliou as demais participações por um valor R$ 204 milhões maior.
Ou seja, caso a empresa venha a se desfazer desses outros shoppings, parte desse ganho de capital já foi contabilizado, de acordo com a Squadra.
Ainda de acordo com a gestora, a companhia deveria ter gerado cerca de R$ 1,6 bilhão de caixa diante do alto crescimento e do lucro reportado nos primeiros nove meses do ano.
"No entanto, o panorama que se observou foi bem diferente: o IRB consumiu mais de R$ 300 milhões de caixa", escreveu a Squadra.
Eu procurei o IRB, mas a assessoria de imprensa me informou que a companhia está em período de silêncio e não comentaria o assunto. A divulgação do balanço do quarto trimestre e de 2019 está marcada para o dia 18 de fevereiro.
Mais cedo, a empresa divulgou um comunicado informando que os balanços seguem as normas contábeis e atuariais vigentes no Brasil "com absoluta precisão, passando por um rigoroso processo de governança" e que avalia a possibilidade de tomar medidas legais contra a gestora.
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.