O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em recuperação judicial, tele recebeu no último final de semana uma proposta de Tim, Vivo e Claro pela operação móvel; papéis das companhias disparam nesta segunda
As ações da Oi disparam no pregão desta segunda-feira (20) após o anúncio de que a companhia recebeu uma proposta pela compra da sua rede móvel. Mas a longo prazo a maior beneficiária da operação deve ser a Tim, segundo o Credit Suisse.
Para os analistas do banco, é provável que a subsidiária da Telecom Itália fique com a maior parte da rede móvel da Oi, caso a empresa vença o leilão com Telefônica e Claro. As três companhia apresentaram uma proposta conjunta pelo ativo, avaliado pelo mercado em R$ 15 bilhões.
Segundo estimativas do Credit Suisse, Tim deve ficar com 54% da Oi móvel, Vivo, 24% e Claro, aproximadamente 22%. O banco vê também a subsidiária da Telecom Itália com a maior parte dos espectros da Oi (a divisão de frequências). Vivo ficaria com 30% e Claro, com 10%.
"A divisão do espectro da Oi vai ser decisiva para definir o preço que cada uma das teles vai pagar na negociação", dizem os analistas. Eles avaliam de forma positiva a Claro ter embarcado na proposta - em um primeiro momento, a empresa não havia indicado que faria parte da negociação.
Para o BTG Pactual, a entrada da Claro na oferta torna incerta a forma como se dará a divisão das operações. Mas os analistas da instituição dizem também acreditar que a Tim ficará com a maior parte dos ativos.
Eles lembram que a Oi recebeu uma oferta vinculante pela unidade produtiva isolada (UPI) Torres no valor de R$ 1,076 bilhão, feita pela Highline do Brasil. O ativo reúne atividades de sites de telecomunicação outdoor e indoor de transmissão de radiofrequência da companhia e suas subsidiárias.
Leia Também
Os papéis das teles que são negociados na bolsa dispararam no pregão de hoje: a Tim (TIMP3) subiu 6,13%, a R$ 16,80; a Vivo (VIVT4) avançou 5,99%, a R$ 53,41, e a Oi (OIBR3) fechou com ganhos de 9,09%, a R$ 1,32.
Sem incorporar a negociação com a Oi, o Credit Suisse estima que as ações da Tim podem avançar 27% em relação ao pregão de sexta-feira, chegando a R$ 20 em 12 meses. Vivo poderia se valorizar 21%, atingindo R$ 67. A recomendação é de compra de ambos os papéis.
Em relação aos papéis da Oi, não há consenso entre as casas de análise sobre o que fazer com os ativos. Mas houve uma valorização de cerca de 54% das ações no último ano, em meio ao avanço do plano de recuperação judicial.
Apresentado em julho de 2019, o projeto incluía em um primeiro momento levantar cerca de R$ 7,5 bilhões com a venda de ativos - o que foi em parte feito com a venda da fatia de 25% detida na Unitel. Mas em poucos meses a empresa passou a incluir também a parte móvel no plano de recuperação.
Com a venda realizada, a Oi deve focar esforços no segmento de fibra ótica e infraestrutura. A empresa tem mais de 350 mil quilômetros de cabos de fibra no país, além de cerca de 43 mil quilômetros de dutos para cabos de telecomunicação.
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar