O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Lucro líquido ajustado retoma crescimento e fica ligeiramente acima das projeções de analistas
A BB Seguridade apresentou lucro líquido ajustado de R$ 1,096 bilhão no terceiro trimestre de 2020, crescimento de 1,4% ante o mesmo período do ano passado, e alta de 11,6% em relação ao segundo tri.
A cifra veio acima da média das projeções de analistas compiladas pela Bloomberg, de R$ 967 milhões.
No acumulado do ano, porém, o lucro líquido ajustado ainda recua 6,7% ante os primeiros nove meses de 2019, o que, no entanto, consiste numa retração menor que aquela vista nos primeiros dois trimestres, que havia sido de 10,9%.
Segundo a companhia, os principais fatores que explicam o crescimento do lucro na comparação anual foram: a alta de 12,5% nas receitas de corretagem da BB Corretora, decorrente de aumento nas vendas e melhora da margem operacional; incremento de 5,8% nas receitas com taxa de gestão, melhora do índice de eficiência e evolução no resultado financeiro da Brasilprev (previdência); e crescimento da arrecadação na Brasilcap (capitalização).
O lucro líquido ajustado também foi impactado negativamente pelo aumento da sinistralidade (3,7 pontos percentuais ante o terceiro tri de 2019) e a queda do resultado financeiro da Brasilseg, parcialmente compensado pelo aumento de 20,4% dos prêmios; e pelo resultado financeiro da holding, impactado principalmente pela restituição de capital aos acionistas, pela menor taxa média Selic e pela distribuição dos recursos provenientes da alienação do IRB.
O patrimônio líquido atingiu R$ 6,3 bilhões, crescimento de 18,8% em relação ao trimestre passado, mas queda de 39,9% ante o terceiro trimestre de 2019.
Leia Também
No terceiro trimestre, as despesas gerais e administrativas da holding registraram queda de 38,4% ante o mesmo período de 2019, beneficiadas por menores despesas tributárias de PIS e Cofins incidentes sobre as receitas financeiras, que contraíram 87,6% em função da redução da taxa Selic e do saldo médio de aplicações.
Adicionalmente, as despesas administrativas apresentaram queda de 31,7%, explicada em grande parte por menores gastos com processamento de dados e com viagens a serviço, registrados em outras receitas e despesas operacionais.
As despesas no consolidado das holdings e da BB Corretora registram aumento de 4,1% em relação ao terceiro trimestre de 2019, com a constituição de um maior volume de provisões na BB Seguros para ajuste dos preços dos ativos da Brasilveículos alienados à MAPFRE quando da reestruturação da parceria, em função do não atingimento das metas de venda do seguro automóvel no canal bancário.
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques