O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A temporada de balanços dos resultados do segundo trimestre esquenta com a divulgação dos resultados de seis empresas com ações no Ibovespa
A temporada de balanços do segundo trimestre esquenta com a divulgação de uma série de empresas com ações no Ibovespa nesta quinta-feira (13). O mercado conhece os números de Marfrig, BRF, Ultrapar, MRV, Eletrobras, Taesa, Via Varejo e Azul.
Você confere a seguir os principais números.
Em plena pandemia, a Marfrig registrou lucro líquido recorde de R$ 1,594 bilhão no segundo trimestre. No mesmo período do ano passado, o resultado da produtora de alimentos foi de R$ 87 milhões. A dívida líquida da Marfrig encerrou o trimestre em US$ 3,174 bilhões, o equivalente a 1,79 vez o Ebitda, abaixo do nível de 2,84 vezes de março deste ano. A geração de caixa mais que compensou a variação cambial no trimestre.
A BRF registrou lucro líquido de R$ 307 milhões no segundo trimestre de 2020, uma queda de 5,5% em relação ao mesmo período de 2019. Se contadas somente as operações continuadas da companhia, o lucro teve aumento de 60,8% na comparação anual.
Com menos carros parando no posto Ipiranga em consequência da pandemia da covid-19, o lucro da Ultrapar, dona da rede, registrou queda de 59% em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 50 milhões. Os negócios da Ultragaz e Extrafarma também sentiram os efeitos da crise.
A MRV Engenharia, maior construtora residencial do País, obteve lucro líquido de R$ 124 milhões no segundo trimestre de 2020. O montante foi 34,6% menor que o do mesmo período de 2019. A queda no lucro se deve a descontos nas vendas de imóveis, aumento nas despesas com juros e doações para causas sociais devido à pandemia.
Leia Também
A Eletrobras teve lucro líquido de R$ 4,597 bilhões no segundo trimestre de 2020, queda de 17% na comparação com os R$ 5,561 bilhões apurados no mesmo intervalo de 2019. No caso do lucro atribuído aos sócios da empresa controladora, a cifra foi de R$ 4,874 bilhões, queda de 18% na comparação com o resultado apurado no ano anterior.
A transmissora de energia Taesa anuncia lucro líquido de R$ 437,8 milhões no segundo trimestre, um aumento de 42,4% sobre o mesmo período do ano anterior. A companhia explica que o número se deve a fatores como o crescimento da margem de implementação de infraestrutura em razão dos maiores investimentos nos empreendimentos em construção, com efeito positivo na receita de implementação (em R$ 133,8 milhões) e na equivalência patrimonial (R$ 43,0 milhões), entre outros.
A Via Varejo divulgou um lucro líquido R$ 65 milhões no segundo trimestre - saindo do prejuízo de R$ 162 milhões de um ano atrás. Mas pelo critério operacional a empresa manteve a linha no vermelho, a R$176 milhões - ante prejuízo de R$ 296 milhões no segundo trimestre de 2019. Saiba mais.
Atingida em cheio pela pandemia do coronavírus, a companhia aérea Azul reportou um prejuízo líquido de R$ 2,9 bilhões, contra um lucro líquido de R$ 351,6 milhões em igual trimestre de 2019. Desconsiderando ajustes cambiais, a empresa reportou um prejuízo líquido ajustado de R$ 1,49 bilhão no segundo trimestre de 2020, ante lucro líquido ajustado de R$ 110,1 milhões um ano antes.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas