O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Maratona de números promete movimentar a bolsa. Para que você não perca nenhum detalhe importante dos resultados, o Seu Dinheiro separou os principais números de cada empresa
A temporada de resultados empresariais do quarto trimestre de 2019 segue nesta sexta-feira (14) com grandes destaques da bolsa. Entre a noite de ontem e a manhã de hoje ao menos três empresas divulgaram seus resultados: Usiminas, BTG Pactual e Rumo.
A maratona de números ajuda a movimentar a bolsa brasileira. Ontem, o Ibovespa terminou o dia em baixa de 0,87%, aos 115.662,40 pontos. O dólar à vista caiu 0,39%, a R$ 4,3339. Veja como deve ser o dia dos mercados na Bula.
Para que você não perca nenhum detalhe importante dos resultados trimestrais das empresas, o Seu Dinheiro separou os principais números de cada companhia. Confira como ficou o resultado:
A Usiminas registrou uma queda de 33% no lucro do quarto trimestre, para para R$ 268 milhões. No ano, o lucro da siderúrgica caiu 55%, para R$ 377 milhões - resultado acima da previsão de analistas ouvidos pela Bloomberg, que apontavam R$ 89,7 milhões para essa linha do balanço. O Ebitda ajustado da Usiminas ficou em R$ 469 milhões no intervalo de outubro a dezembro do ano passado, recuo de 44% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O BTG Pactual apresentou um lucro líquido de no quarto trimestre do ano passado, a R$ 1,179 bilhão - mais do que o dobro do que o registrado no mesmo período do ano anterior. No ano, o lucro foi de R$ 3,828 bilhões, numa alta de 62,1% ante o observado em 2018. Um dos impulsos para o resultado foi o banco de investimento. O retorno anualizado, ROAE, ficou em 19,1%.
A Rumo registrou lucro líquido de R$ 202 milhões no quarto trimestre de 2019 - 47,6% a mais do que o registrado no mesmo intervalo do ano anterior. No ano, o lucro foi de R$ 786 milhões, um avanço em relação aos R$ 273 milhões de 2018, no critério pró-forma. Analistas esperavam um lucro de R$ 745,8 milhões.
Leia Também
*Com informações de Estadão Conteúdo
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4