O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As ações negociadas em Nasdaq (MSFT) caíam 3,85% por volta das 14h46, cotadas a US$ 204,84.
A gigante da tecnologia, Microsoft, tem registrado fortes quedas em suas ações, nesta quarta-feira (28), mesmo após o bom resultado do primeiro trimestre fiscal, divulgado na última terça. As ações negociadas em Nasdaq (MSFT) caíam 3,85% por volta das 14h46, cotadas a US$ 204,84. Já seu BDR (MSFT34), que é negociado na Bovespa, cai 3,12%, coDtado a R$ 49,00.
Leia também:
A inesperada queda ocorreu após a sua previsão para o segundo trimestre fiscal (que é quando lançará seu novo modelo de Xbox) ter apontado para uma receita de US$ 39,5 bilhões a US$ 40,4 bilhões, o que fica abaixo da expectativa de especialistas, de US$ 40,5 bilhões.
A previsão impactou tanto a empresa que as ações, que antes subiam cerca de 1%, caíram logo após a teleconferência em mais de 1%. Dessa forma, na negociação pré-mercado nesta quarta, as ações despencaram 2,6%.
A Microsoft registrou um lucro líquido de US$ 13,89 bilhões no primeiro trimestre fiscal, um crescimento de 30% na comparação com igual período do ano anterior. O lucro por ação diluído ficou em US$ 1,82, alta de 32% no ano e acima da previsão de US$ 1,54 dos analistas consultados pelo FacSet.
Além disso, a receita da empresa ficou em US$ 37,154 bilhões, alta anual de 12%.
Leia Também
Após o balanço, a ação tinha alta de 0,26% no after hours em Nova York, às 17h23 (de Brasília).
Ainda assim, em relatório, a Microsoft afirma que a demanda por seus serviços em nuvens garantiram um início forte no ano fiscal, com a receita no serviço em nuvem comercial ficando em US$ 15,2 bilhões, alta de 31% na comparação anual.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?