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Se concretizada, a venda da divisão dará um fôlego e tanto para o caixa da operadora. A expectativa do mercado é que o negócio renda até R$ 15 bilhões
Em mais um dia de perdas pesadas na bolsa, com um novo acionamento do circuit breaker na B3, as ações do setor de telecomunicações viveram um pregão paralelo.
As ações da Oi (OIBR3) fecharam em alta expressiva de 4,49%, cotados a R$ 0,93, ainda mais em um dia em que o Ibovespa amargou uma queda de 7,64%.
Os investidores reagiram à notícia de que a TIM e Telefônica uniram forças para avaliar a compra das operações de telefonia móvel da Oi.
Os papéis da TIM (TIMP3) e da Telefônica (VIVT4) também subiram e fecharam com valorização de 1,23% e 0,48%, respectivamente.
Os termos da oferta já foram entregues ao Bank of America Merrill Lynch, o assessor financeiro da Oi, mas os detalhes não foram revelados.
Se confirmada, a venda dará um fôlego e tanto para o caixa da operadora de telefonia, que está em recuperação judicial desde 2016. A expectativa do mercado é que o negócio renda até R$ 15 bilhões.
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O negócio ainda é positivo para TIM e Telefônica porque evita a entrada de um concorrente no mercado brasileiro de telefonia móvel, além das sinergias esperadas com a combinação dos negócios.
Após a venda, a Oi seria uma empresa com receita de R$ 12 bilhões e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 2,5 bilhões, pelas contas do BTG Pactual.
Os analistas não descartam a possibilidade de a Claro entrar na disputa pelos ativos. O BTG têm recomendação de compra para as ações da Oi, com preço-alvo de R$ 2,00.
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