O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Fundador da empresa gerenciamento de ativos Oaktree, Howard Marks falou ao Valor Econômico que parte das altas do ano passado foi mero ajuste de perdas de 2018
Fundador da Oaktree - que tem US$ 122 bilhões em ativos sob gestão -, Howard Marks disse acreditar que o mercado está mais arriscado do que há sete anos. Em entrevista ao Valor Econômico, o americano afirmou que hoje “as chances não estão do lado do investidor”.
No ano passado, o S&P - um dos principais índices da bolsa americana - avançou 29%, impulsionado pela alta das ações das empresas de tecnologia. Em dezembro, a primeira fase do acordo entre Estados Unidos e China contribuiu para sucessivos recordes do indicador - cujos pares acompanharam as altas.
O ambiente externo também foi uma influencia positiva para a bolsa brasileira, além de um maior otimismo com a economia doméstica. No ano, o Ibovespa subiu 30%, aos 115 mil pontos.
Para Marks - que também é considerado uma das referências para o lendário investidor Warren Buffett -, parte dos ganhos de 2019 foi apenas uma recuperação das perdas do quarto trimestre do ano anterior. "Então, é preciso moderar o discurso", disse ao jornal.
O americano lembrou em 2018 houve preocupações com uma possível recessão. A guerra comercial entre China e EUA também foi fator de maior tensão. "Em 2019, esses elementos parecem ter perdido força", disse.
O país asiático e o americano estão na primeira fase de um acordo comercial, anunciado no final do passado. A mera sinalização do diálogo trouxe alívios aos mercados, que há dois anos tinham o embate entre os dois países como foco de tensão.
Leia Também
Marks ainda apontou a atuação do Fed, o Banco Central dos EUA, que reduziu as taxas de juros "e a maioria dos investidores respondeu de maneira positiva".
Questionado pela reportagem do Valor Econômico se a alta das bolsas não se tratava de uma maior confiança na economia, Marks disse que o crescimento das empresas em 2019 foi modesto.
Ele afirmou que o aumento do S&P foi impulsionado pelo ímpeto do mercado e liquidez que elevaram os índices de valuation. "Se o mercado subir 30% com pequenos lucros, você pode dizer que o mercado está se tornando precário", disse ao jornal.
Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor
Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor
O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026
Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã