O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pode parecer que a frase a seguir tenha uma contradição, mas é isso mesmo. A renda fixa deu uma boa chacoalhada nos últimos dias.
O mau humor dos mercados com a possível pedalada fiscal do programa Renda Cidadã esticou os juros futuros.
Para Alfredo Menezes, CEO da Armor Capital e ex-diretor da Tesouraria do Bradesco, a disparada nas taxas abriu uma grande oportunidade no Tesouro Direto.
É a chance de comprar títulos de renda fixa com juros acima de 7,5% ao ano. É uma “boladinha” em um contexto em que a Selic é de 2% ao ano e há pouca probabilidade de alta nos próximos meses.
Menezes está à caça de juros maiores na renda fixa. Ele contou ao Vinícius Pinheiro que encontrou oportunidades em títulos de dívida de empresas brasileiras emitidos no exterior. Segundo ele, pagam mais do que as debêntures vendidas por aqui. Veja todos os detalhes nesta reportagem.
• Depois de ter recuado mais de 3,5% nos dois pregões anteriores, o Ibovespa fechou ontem em alta de 1,09%, aos 94.603,38 pontos. No acumulado de setembro, ele recuou 4,80%. O dólar terminou o dia em queda de 0,37%, a R$ 5,6185, encerrando setembro em alta de 2,52%.
Leia Também
•O que mexe com os mercados hoje? Os investidores estão otimistas com as negociações em torno do pacote de estímulos de US$ 2,2 trilhões proposto pelo governo americano. Tanto os índices futuros em Wall Street quanto as principais bolsas europeias começam o dia no azul. Na Ásia, o dia foi de funcionamento limitado, com feriados e uma falha técnica em Tóquio fechando as principais praças. No Brasil, o mercado está atento aos ruídos políticos envolvendo o Renda Cidadã.
• Setembro foi um mar vermelho para praticamente todos os ativos que acompanhamos aqui no Seu Dinheiro. Até o ouro e o Tesouro Selic apanharam no mês. Veja o ranking de melhores e piores investimentos.
• Em um mês marcado pela contração do Ibovespa, os fundos de ações captaram R$ 4,6 bilhões de 1º a 25 de setembro.
•A Natura fará uma oferta global de ações de R$ 6,2 bilhões. O dinheiro será usado para acelerar o crescimento e reduzir dívida em dólar.
• O STF retoma hoje, a partir das 14h, o julgamento sobre a venda das refinarias da Petrobras, com a votação dos ministros.
• A Hypera informou que vai pagar um total de R$ 185,4 milhões em juros sobre capital próprio.
•A SulAmérica vai pagar R$ 75 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) para os acionistas que tiverem papéis da seguradora em 5 de outubro.
•O Banco do Brasil e UBS confirmaram ontem o acordo para sociedade em banco de investimentos e corretora, divulgado em novembro do ano passado.
• A tensão entre o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o ministro da Economia, Paulo Guedes, permanece alta. Ontem, Maia disse que Guedes “está desequilibrado”, após o ministro dizer que há boatos de que o deputado fez um acordo com a esquerda para não pautar as privatizações.
• O governo deve prorrogar por mais dois meses o programa de suspensão de contratos e corte de jornada e salário.
•O Brasil tem 4,8 milhões de casos confirmados de coronavírus e cerca de 144 mil mortes, segundo o boletim diário do Ministério da Saúde, divulgado ontem.
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?
O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026
Saiba quais os desafios que a Petrobras precisa equilibrar hoje, entre inflação, política, lucro e dividendos, e entenda o que mais afeta as bolsas globais
O corte de impostos do diesel anunciado na quinta-feira (12) afastou o risco de interferência na estatal, pelo menos por enquanto
Entenda as vantagens e as consequências ambientais do grande investimento em data centers para processamento de programas de inteligência artificial no Brasil
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal