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Para quem acompanha de longe, o sobe e desce muitas vezes frenético da bolsa de valores pode parecer totalmente desconectado da realidade. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE É verdade que o tal mercado passa por vários momentos de “exuberância irracional” – para lembrar a famosa frase de Alan Greenspan. O contrário também […]

Para quem acompanha de longe, o sobe e desce muitas vezes frenético da bolsa de valores pode parecer totalmente desconectado da realidade.
É verdade que o tal mercado passa por vários momentos de “exuberância irracional” – para lembrar a famosa frase de Alan Greenspan. O contrário também acontece com frequência, ou seja, em momentos de crise os profetas do apocalipse se multiplicam na bolsa.
Mas seja qual for o ciclo do mercado, o que os investidores tentam fazer é se antecipar ao que vai acontecer na “vida real” das empresas com ações listadas na bolsa.
Desde que surgiram as primeiras notícias sobre o surto do coronavírus na China, a grande preocupação do mercado é entender os eventuais impactos para a economia mundial e para os lucros das companhias.
Pois hoje surgiu uma das primeiras notícias concretas sobre os efeitos negativos do coronavírus, e logo de uma gigante. A Apple anunciou que não vai cumprir suas projeções para o trimestre em razão do fechamento de fábricas e da queda na demanda por iPhones na China.
Como esperado, a notícia trouxe de volta a desconfiança aos investidores. O dia foi de queda das bolsas aqui e lá fora. Mas o destaque foi mais uma vez o dólar, que bateu nos R$ 4,357, um novo recorde de fechamento. O Victor Aguiar traz para você em detalhes como a vida real influenciou os mercados nesta terça-feira.
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As gestoras Journey Capital e Vitreo criaram um fundo para reunir os quase 18 mil investidores das debêntures da Rodovias do Tietê que levaram um calote da empresa. O objetivo é unir forças e viabilizar uma proposta de recuperação da concessionária responsável por 415 quilômetros de rodovias no interior de São Paulo. Eu conversei com um dos sócios da Journey, que me falou sobre a possibilidade de o fundo assumir a gestão da empresa, como eu conto nesta matéria.
No cabo de guerra que virou a privatização da Eletrobras, hoje foi a vez de Salim Mattar entrar em campo. O secretário responsável pelas privatizações do governo Bolsonaro afirmou que o processo de mudança no controle da estatal para o setor privado vai acontecer ainda em 2020. A uma plateia de investidores em evento do BTG Pactual, Mattar tocou a bola para Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre ao afirmar que existem “grandes aliados” da causa na Câmara e no Senado. Confira os últimos detalhes do projeto.
A autonomia formal do Banco Central já está pronta para ser analisada no Senado. A Comissão de Assuntos Econômicos da Casa aprovou a proposta, que mantém como o maior objetivo da autoridade “a estabilidade dos preços”, além de “suavizar as flutuações do nível de atividade econômica e zelar pela solidez e eficiência do Sistema Financeiro Nacional”. Enquanto isso, na Câmara dos Deputados, a ideia é aprovar um projeto alternativo.
Já pensou em usar sua casa como garantia em um financiamento? E que tal em dois? Pois o Banco Central pretende lançar um projeto de lei que permite às pessoas darem um mesmo imóvel em garantia em mais de um financiamento, por instituições financeiras diferentes e prazos diversos. A ideia ainda está no forno, mas alguns detalhes você já pode conferir nesta matéria.
Fim da linha para a Renar Maçãs, conhecida por ser a primeira empresa a abrir o capital no Bovespa Mais, o segmento criado para acomodar as companhias menores. A Justiça decretou a falência da Pomi Frutas, nome que a Renar adotou a partir de 2015. A companhia estava em recuperação judicial havia dois anos e acumulava dívidas de mais de R$ 30 milhões. Confira a história sem final feliz da empresa nesta matéria do Kaype Abreu.
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