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Cada negócio realizado no mercado financeiro pressupõe a existência de um comprador e um vendedor. Mesmo nos momentos de euforia, sempre há investidores que consideram um bom negócio tirar o time de campo.
No começo da semana, enquanto a maior parte do mercado celebrava o sucesso dos testes da vacina da Pfizer contra o coronavírus, o gestor Bill Ackman entendeu que estava na hora de atuar na ponta contrária.
Com uma fortuna de pouco mais de US$ 2 bilhões (quase R$ 11 bilhões), o fundador da gestora Pershing Square avaliou que a notícia não muda o fato de que a vacina ainda deve levar algum tempo para chegar à população em geral. Enquanto isso, a economia global ainda terá de lidar com os efeitos da covid-19.
Em uma aposta semelhante no começo da crise, o investidor transformou US$ 27 milhões em US$ 2,6 bilhões ao prever que as empresas enfrentariam dificuldades financeiras com a quarentena.
Ainda é cedo para dizer se Ackman vai acertar de novo. Mas hoje o mercado recolocou o risco coronavírus no radar depois que a segunda onda de casos levou a novas medidas de isolamento social nos Estados Unidos.
As bolsas lá fora fecharam no vermelho, e o nosso Ibovespa levou um tombo de mais de 2%. Como se não bastasse, declarações do ministro Paulo Guedes também deixaram os investidores na defensiva por aqui, como mostra o Felipe Saturnino na nossa cobertura de mercados.
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