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ocê sabia que os 121 maiores family offices do mundo, ou seja, companhias que gerenciam fortunas de clientes endinheirados, administram um patrimônio que soma US$ 146 bilhões?
Pois é… e 55% desses gestores reequilibraram suas carteiras entre março e maio. Eles se mexeram diante das mudanças de cenário e do preço dos ativos com a chegada do coronavírus.
Nós, peixinhos, temos que saber para onde estão indo os tubarões. Sua simples movimentação pode mudar a maré dos mercados e atropelar quem tentar nadar na contramão.
No texto de hoje, o colunista Matheus Spiess comenta a movimentação das carteiras dos ricaços.
•O Ibovespa subiu 2,05% ontem, a 104.477 pontos, e o dólar à vista caiu 0,92%, a R$ 5,1580. O pregão foi marcado pela expectativa por mais medidas de estímulo nos Estados Unidos.
•O que mexe com os mercados hoje? Após o dia de ganhos impulsionado por expectativas positivas por novos pacotes de estímulos, a terça-feira amanhece com a predominância de um movimento de realização de lucros. As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente no azul. Os índices futuros em Nova York e as bolsas europeias operam no vermelho.
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• O Carrefour já divulgou os resultados do segundo trimestre: lucro líquido de R$ 713 milhões, uma alta de 74,9% em relação ao mesmo período de 2019. A empresa ainda anunciou o pagamento de R$ 482 milhões em juros sobre capital próprio.
•TIM, Vivo e Claro aumentaram a proposta pela rede móvel da Oi para R$ 16,5 bilhões. É a segunda oferta do trio, que recentemente foi surpreendido com a entrada da Highline na disputa.
•O BNDES aceitou a proposta da AES Corp. por uma fatia da geradora AES Tietê, pondo fim à disputa da norte-americana com a Eneva. A geradora ainda deve migrar para o Novo Mercado.
• A Via Varejo está de olho em uma nova classe de clientes. As Casas Bahia devem passar por uma mudança em sua marca para provar que podem ser uma boa opção também para o público de alta renda. A empresa planeja criar lojas no 'estilo Apple' para atrair os novos clientes.
•O Brasil chegou a 87,6 mil mortes pela covid-19, segundo o Ministério da Saúde. O total de casos é de 2,4 milhões.
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