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Com feriado na sexta-feira, esta semana vai ser mais curta, mas nem de longe deve ser parada. Na sexta-feira estourou uma nova crise política aqui no Brasil, com saída de Sergio Moro do governo Bolsonaro.
As cenas do rompimento devem ter continuidade nesta semana com reflexos no cenário político e econômico. A situação já não era nada boa antes de Moro soltar o verbo. Vamos lembrar que no meio de tudo isso tem uma pandemia global, que deixa um rastro de mortos, feridos e “falidos” por onde passa. A briga de Moro e Bolsonaro é mais um “cisne negro” no lago dos mercados para trazer incertezas ao investidor.
E a maré de notícias ruins seguiu no fim de semana com a morte prematura da fusão de Boeing e Embraer (atenção à essa ação). O aborto do negócio bilionário nem pode ser classificado como “inesperado”, já que a gestação foi considerada "de risco" quando tornaram-se públicos os problemas da Boeing com o avião 737 Max.
Respire fundo, tome um suco de maracujá e prepare-se para mais uma semana.
•O Ibovespa caiu 5,45% na sexta-feira, aos 75.330,61 pontos. O dólar à vista subiu 2,40%, a R$ 5,6614 - um salto de 8,11% na semana. O Banco Central queimou US$ 7 bilhões entre quarta e sexta na tentativa de frear um avanço da moeda.
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| • A bolsa deve passar por uma zona de turbulência nos próximos dias. De um lado, há uma espessa camada de incerteza com o surto de coronavírus. Do outro, há uma tempestade daquelas no cenário político doméstico. E o noticiário corporativo adiciona um terceiro fator para mexer com as bolsas. Saiba tudo que deve impactar os mercados no Segredos da Bolsa - o acesso pode ser liberado aqui |
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• O Brasil tem 61.888 casos confirmados de covid-19, segundo o Ministério da Saúde. São 4.205 mortos.
• O presidente Jair Bolsonaro deve confirmar a indicação de Jorge Oliveira como novo ministro da Justiça e de Alexandre Ramagem no comando da Polícia Federal, segundo o Estadão. Os dois nomes são próximos à família Bolsonaro, um “detalhe” que foi amplamente comentado no final de semana na imprensa e redes sociais. Até Bolsonaro comentou a proximidade: “e daí?”.
• Em carta pública, delegados da PF apontaram ‘crise de confiança’ com o governo federal e pediram o andamento de antigas pautas, como a autonomia financeira e o mandato para diretor-geral.
• O ex-presidente do Banco Central Ilan Goldfajn criticou o plano Pró-Brasil, que defende investimentos públicos em infraestrutura para reerguer a economia após o coronavírus, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. Para ele, o projeto rasga avanços institucionais recentes.
• O mercado financeiro reduziu a projeção para o PIB neste ano mais uma vez, de queda de 2,96% para recuo de 3,34%, segundo o Focus. A publicação do BC também mostra alteração para a inflação neste ano.
• A temporada de balanços financeiros corporativos do primeiro trimestre trará os primeiros impactos do coronavírus no resultado das empresas. Vale, Raia Drogasil, Santander, Bradesco divulgam seus números nesta semana. Veja o que esperar.
•A Boeing desistiu da fusão com a Embraer, um negócio bilionário que acabou com uma troca de acusações. A empresa americana alega que a brasileira “não satisfez as condições necessárias”. Já a Embraer disse que a americana “fabricou falsas alegações” . O negócio previa o pagamento de US$ 4,2 bilhões por parte da Boeing para ter o controle da nova empresa.
• Focada na transformação digital, a Via Varejo anunciou a compra da ASAPLog, empresa de logística especializada em soluções para o e-commerce.
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