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2019 poderia ter sido um dos melhores anos da história da Vale, especialmente pela alta de mais de 30% no preço do minério de ferro. A tragédia de Brumadinho mudou severamente esse quadro e levou a empresa a um prejuízo de US$ 1,7 bilhão no ano todo, conforme números divulgados ontem à noite.
A sexta-feira pré-carnaval segue com um tom de cautela, com os mercados ainda apreensivos com os números do coronavírus. O “bloco do dólar” segue fazendo barulho e cada vez mais perto da marca do R$ 4,40.
• Mais uma sessão, mais um recorde: o dólar à vista subiu 0,59% e fechou em R$ 4,3912. O Ibovespa terminou o pregão em baixa de 1,66%, aos 114.586,24 pontos, em linha com o tom mais apreensivo visto no exterior.
•O que mexe com os mercados hoje? O crescimento do número de casos do coronavírus fora da China traz mais apreensão. No Brasil, a véspera de carnaval aumenta a cautela nos negócios. As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa. Assim como o pregão europeu, os índices futuros em Nova York operam em queda.
•Impactada por Brumadinho, a Vale teve prejuízo de US$ 1,7 bilhão em 2019. As provisões e despesas pelo rompimento da barragem I da Mina Córrego do Feijão chegaram a US$ 7,4 bilhões.
•SulAmérica, Carrefour e B2W: confira outros balanços que movimentam o mercado local hoje.
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•A companhia aérea inglesa Virgin Atlantic, do excêntrico bilionário Richard Branson, recebeu autorização da Anac para operar voos internacionais no Brasil. A empresa deve oferecer rotas entre Londres e São Paulo a partir de março.
•A Caixa firmou uma parceria com a Visa para constituir um braço de meios de pagamentos. Segundo a empresa, esse negócio será listado em bolsa.
•A Incorporadora One e a construtora Pacaembu pediram registro na CVM para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).
•O Banco Central criou uma linha de redesconto para instituições financeiras participantes do PIX, marca dos pagamentos instantâneos no Brasil. Na prática, os bancos vão poder receber recursos do BC e, em troca, entregarão à autarquia títulos públicos.
•O STF manteve a lei que libera renovação antecipada de concessões de ferrovias - que ocorre quando o governo negocia junto a concessionária a prorrogação do contrato antes mesmo de ele vencer.
• Alguém te deu uma dica de investimento? Leia este texto antes de aceitar. Nele, o colunista Ruy Hungria fala sobre como interesses por trás de uma indicação podem te prejudicar.
• Menos liquidez, mais diversificação: veja como os clientes ricos do Itaú andam investindo.
•Estados, municípios e estatais tiveram um limite em crédito de R$ 8,4 bilhões aprovado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O valor ficou bem abaixo do liberado em anos anteriores - R$ 24,5 bilhões em 2019 e R$ 24 bilhões em 2018.
•A autoridade monetária do Japão afirmou que é cedo para discutir medidas em resposta ao coronavírus. A doença pode afetar a economia japonesa, ao desacelerar suas exportações para a China.
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