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O ‘cai-não-cai’ de Paulo Guedes foi só um susto e o Ibovespa recuperou rapidamente a marca de 100 mil pontos.
A discussão se a bolsa está cara ou barata segue rolando.
Seria a recuperação dos preços das ações um movimento artificial provocado por compradores irracionais em uma busca desesperada de retornos acima da irrisória da taxa Selic?
Hoje o Seu Dinheiro traz a opinião do Renato Ejnisman, diretor responsável pela Bradesco Asset Management (Bram), sobre esse assunto.
Ele não vê “bolha” na bolsa e disse que ainda há ações a preços atrativos.
A seu ver, uma equação bem específica vai determinar se os ativos estão caros ou baratos: a recuperação da economia. Leia aqui a reportagem completa do Vinícius Pinheiro.
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•O Ibovespa fechou ontem em alta de 2,48%, aos 102.065,35 pontos, e o dólar caiu 0,55%, a R$ 5,4666. O dia foi marcado pelo alívio da tensão política no governo federal.
•O que mexe com os mercados hoje? O dia amanhece com o sinal positivo prevalecendo nas bolsas europeias e nos índices futuros em Nova York, mas o avanço da covid-19 e a expectativa pela ata da última reunião do Federal Reserve limitam os ganhos. Na Ásia, as bolsas fecharam de forma mista. No Brasil, os investidores seguem atentos ao desenrolar da discussão sobre a situação fiscal.
•A Latam registrou um prejuízo líquido de US$ 890 milhões no segundo trimestre deste ano - o que representa um avanço de 1317% na comparação anual. A empresa está em recuperação judicial.
•A MRV informou que estuda um IPO da Urba, a sua subsidiária de loteamentos. A empresa também firmou um acordo para definir condições para a parceria com a Urba.
•O Banco Inter estreia uma campanha televisiva, pega carona na briga de XP e Itaú e se apresenta como alternativa sem conflitos.
•O Procon-SP vai multar o iFood em R$ 2,5 milhões por considerar que a empresa não protegeu seus consumidores do chamado "golpe da maquininha". A empresa pode recorrer.
•O Brasil chegou a 109,8 mil mortes por covid-19, segundo o Ministério da Saúde. O total de casos é de 3,4 milhões.
•O STF barrou uma compensação de mais de R$ 72,4 bilhões aos cofres do Tesouro Nacional, em um entendimento que afeta os pedidos de indenização de mais de 290 usinas de açúcar e álcool.
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