O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Todo mundo está ansioso pela chegada de alguma vacina contra o coronavírus. Ninguém mais aguenta usar máscara, ficar trancado em casa ou deixar de abraçar os amigos.
Além da retomada de velhos hábitos, a vacinação da população global é peça-chave para a recuperação das economias. E, claro, qualquer novidade sobre isso reflete nas bolsas.
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Luke Ellis, CEO da Man Group, maior gestora de “hedge funds” da Europa, com US$ 113 bilhões em ativos, fala que o Brasil terá que conseguir rapidamente a vacina para atrair capital estrangeiro.
É que para os gringos o Brasil entra no bolo de recursos alocados em “países emergentes” e precisará disputar esse dinheiro com seus pares.
“É importante para o Brasil conseguir a vacinação rapidamente se quiser ver fluxo de recursos estrangeiros na competição com outros mercados emergentes. A Ásia é extremamente popular entre os investidores porque foi bem na crise. Quem ficar para trás vai ter que lutar para conseguir investimentos”, disse Ellis.
O gestor falou também que vê potencial para altas maiores nas bolsas globais, inclusive a brasileira, e descartou a hipótese de “bolha” no mercado. Ele, no entanto, vê exagero no valor de algumas ações específicas, como a da Tesla. Leia aqui a entrevista completa.
Leia Também
• Na sexta-feira, o Ibovespa fechou o dia perto das máximas, em alta de 1,4%, aos 113.750 pontos. Foi um avanço de 2,9% na semana, a 5ª consecutiva de ganhos do índice. O dólar encerrou a sessão em queda de 0,3%, aos R$ 5,1246, um recuo de 4% no período.
| SEU DINHEIRO PREMIUM |
| • Em semana marcada pela última decisão de política monetária do ano, o Ibovespa pode encostar ou até ultrapassar o seu topo histórico, atingido em janeiro. No entanto, a segunda-feira começa com a aversão ao risco tomando conta do mercado internacional. Isso se deve à piora da pandemia em escala global e à nova tensão entre Estados Unidos e China. Veja o que esperar dos mercados e a agenda completa de eventos da semana no Segredos da Bolsa, um conteúdo exclusivo para os leitores Premium. Você pode liberar o seu acesso aqui. |
•Que tal investir no exterior com R$ 5 mil? Nosso colunista Richard Camargo deu o caminho das pedras para colocar ativos estrangeiros na carteira sem ter que comprar dólar ou sair do Brasil.
• A Kalunga, maior varejista de material escolar e produtos para escritório do Brasil, protocolou na sexta-feira registro para realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).
• A Gol fez nova oferta para incorporar o Smiles. Desta vez, ela ofereceu três opções aos minoritários: a conversão de ações do Smiles por papéis da Gol, o pagamento em dinheiro ou uma combinação das duas coisas.
• O bilionário Elon Musk falou, em entrevista a um portal nesta semana, que a SpaceX pode levar humanos para Marte em 2026 com a missão tripulada pelo foguete Starship.
• O presidente Jair Bolsonaro afirmou na sexta-feira que se a economia for fechada de novo por causa da pandemia do coronavírus, o governo não terá mais como socorrer os necessitados porque ultrapassou a capacidade de se endividar.
•O Congresso Nacional oficializou a decisão de levar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o Orçamento, para votação diretamente no plenário. Uma sessão será convocada para o próximo dia 16.
• Os ministros do STF decidiram na noite deste domingo que os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, não podem concorrer à reeleição.
• O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a afirmar no sábado que houve fraudes eleitorais, sem apresentar provas, e disse que pretende reconquistar a Casa Branca em 2024, mas que não espera "ter que ser um candidato".
•Nas últimas 24 horas foram confirmados 26.363 novos casos e 313 óbitos pela covid-19 no Brasil, segundo informou ontem o Ministério da Saúde.
O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026
Saiba quais os desafios que a Petrobras precisa equilibrar hoje, entre inflação, política, lucro e dividendos, e entenda o que mais afeta as bolsas globais
O corte de impostos do diesel anunciado na quinta-feira (12) afastou o risco de interferência na estatal, pelo menos por enquanto
Entenda as vantagens e as consequências ambientais do grande investimento em data centers para processamento de programas de inteligência artificial no Brasil
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]