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Imagine, caro leitor, uma mola sendo pressionada. Quanto mais força você faz para comprimi-la, mais ela atua no sentido contrário. Esse fenômeno é conhecido na física como a Lei de Hooke.
Na bolsa, não é bem assim que funciona. Afinal, uma ação não é uma mola, e sim uma fração de uma empresa, que pode simplesmente quebrar se ficar sob pressão durante muito tempo.
Mas de vez em quando o mercado financeiro pode reagir como uma mola comprimida, conforme os fatores de incerteza que pressionam os preços saem de cena.
Nos últimos meses, a bolsa vem sofrendo forte influência de pelo menos três elementos: a crise do coronavírus, as eleições nos Estados Unidos e o risco fiscal no Brasil.
Na semana passada, essa mola deu um primeiro impulso com a vitória de Joe Biden na corrida pela Casa Branca, que foi confirmada no sábado.
O mercado nem deu tempo de se acomodar quando saiu outra notícia que reduziu sensivelmente a pressão: a Pfizer anunciou que os testes clínicos da vacina que o laboratório produz contra o coronavírus mostraram 90% de eficácia.
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A provável luz no fim do túnel da pandemia levou o Ibovespa a fechar em alta de 2,54% no pregão desta segunda-feira. Não por acaso, as ações que mais subiram foram justamente aquelas que mais sofreram durante a pandemia, como as das empresas aéreas e de shopping centers.
O dólar e os juros futuros também tiveram mais um dia de queda. Mas nesse caso a incerteza sobre a condução da política fiscal no Brasil impediu uma descompressão maior. Acompanhe tudo o que movimentou as engrenagens dos mercados com o Felipe Saturnino.
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