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O Seu Dinheiro existe para ajudar o investidor pessoa física a tomar melhores decisões sobre seus investimentos. Uma das formas que podemos fazer isso é chamar a atenção sobre distorções que prejudicam os pequenos investidores. Temos que falar sobre isso por dois motivos:
Primeiro: goste ou não do que eu vou dizer, acho importante você saber como as coisas funcionam nos mercados. Você precisa ter informações para fazer as contas e avaliar se determinado investimento é bom ou não.
Segundo: quem sabe a nossa singela crítica chegue aos ouvidos dos figurões que têm a caneta na mão e podem mudar a regra do jogo. Defendemos que o pequeno investidor tenha acesso às mesmas condições dos grandes.
Do que eu estou falando?
Do spread no Tesouro Direto para a venda antecipada de títulos públicos. É uma espécie de pedágio cobrado para evitar a especulação neste mercado. Caso você queria entender em detalhes como ele funciona, aqui está a explicação.
Esse pedágio tem uma razão “nobre” para existir. O problema é que ele é diferente no Tesouro Direto, onde negocia a maioria das pessoas físicas, e no mercado secundário, onde os tubarões do mercado compram e vendem títulos públicos.
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Adivinhe quem paga mais? É, meu caro, a conta é bem mais salgada para o investidor pessoa física. A Julia Wiltgen mostra as diferenças nesta reportagem e traz simulações do quanto a sua rentabilidade é reduzida pelo spread maior no Tesouro Direto.
O que você precisa saber hoje
• O Ibovespa fechou em queda de 0,48% na sexta-feira, aos 98.363,22 pontos - na semana, o índice perdeu 2,84%. O dólar à vista subiu 0,27%, a R$ 5,3334, e avançou 1,1% na semana.
•Consórcio é investimento? Richard Camargo explica as características desse produto financeiro - e ainda conta uma história de como eu tentei me dar bem e acabei fazendo uma grande burrada.
• A Vale pode virar uma das maiores pagadoras de dividendos da B3? Os analistas do Credit Suisse fizeram as contas.
•A Ser Educacional anunciou um acordo para a compra do grupo Laureate no Brasil. A transação deve firmar a companhia entre os maiores grupos de ensino privado do país.
•A Azul recebeu do BNDES e de um grupo de bancos uma proposta de financiamento de ao menos R$ 2 bilhões. A medida faz parte do plano de socorro emergencial ao setor aéreo e prevê a emissão de debêntures e bônus de subscrição. O BNDESPar seria o investidor âncora, com até 60% da oferta.
• A situação da Latam se complicou após empréstimo negado pela Justiça dos EUA. Veja nesta matéria quais são os principais desafios da empresa daqui para frente.
•A Gilead Sciences fechou um acordo para comprar a empresa de biotecnologia Immunomedics, que possui um valioso medicamento contra o câncer de mama, por US$ 21 bilhões (R$ 111 bilhões, ao câmbio de sexta-feira).
•A Microsoft anunciou que a ByteDance recusou sua proposta de compra das operações da rede social TikTok nos Estados Unidos. Segundo o The Wall Street Journal, é possível que a Oracle tenha sido escolhida para administrar o aplicativo no país.
•O mercado aumentou de 1,78% para 1,94% a projeção para a inflação medida pelo IPCA, mostra a edição do boletim Focus, do Banco Central, desta segunda-feira. A publicação também mostra melhora na estimativa para o PIB.
•O Brasil chegou a 131,6 mil mortes por covid-19, segundo o Ministério da Saúde. O total de casos é de 4,33 milhões.
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Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
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