🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Quarteirão, Quarter Pounder ou Royale, não importa… temos que comprar ouro

25 de fevereiro de 2020
6:00 - atualizado às 13:32
Barras de ouro - Imagem: Shutterstock

Uma curiosidade: alguns lanches mudam de nome a depender do país em que estamos. Sabe por quê? Devido ao sistema métrico de cada território. Por exemplo, um Quarteirão com Queijo aqui no Brasil leva o nome de Quarter Pounder with Cheese nos EUA e Royale with Cheese na França. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quem me ensinou isso foi Pulp Fiction, clássico dos anos 90 escrito e dirigido por Quentin Tarantino. Ao longo dos anos, Pulp se tornou sinônimo de filme cult por ser considerado uma das obras de maior relevância de Tarantino. Sou testemunha, a história é realmente excelente.

Logo no início da trama nos deparamos com esse diálogo entre Vincent Vega (John Travolta) e Jules Winnfield (Samuel L. Jackson), em que Vega nos conta de sua experiência na França e de como ficou maluco por notar a mudança de nome entre o mesmo produto só pelo fato de estar em outro país.

“Vincent: Você sabe como eles chamam o Quarteirão com Queijo em Paris? [...] Eles chamam de Royale with Cheese” – Vincent Vega, trecho do filme Pulp Fiction.

Posso não ser o maior especialista em cinema, muito menos em roteiro, mas eu entendo tais trechos de conversas despretensiosas, sempre presentes nos trabalhos de Tarantino, como sendo a espinha dorsal da qualidade do enredo. Em meia dúzia de frases que conseguimos dos personagens, podemos criar uma atmosfera muito mais imersiva.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas sou suspeito. Muito dificilmente você me verá criticando algum trabalho do diretor. De qualquer forma, assim como tais pequenas parcelas de diálogo são importantes para a criação de uma personagem mais robusta e interessante, carteiras de investimentos também possuem peculiaridade em até certo ponto semelhante.

Leia Também

Conversando com investimentos

Vamos imaginar um portfólio de um investidor mediano, ou moderado. Vamos trabalhar sobre a carteira em percentual, dividindo as grandes classes de ativos em caixas para que completemos um total de 100%.

É intuitivo nosso entendimento de que, quando temos alguma convicção, precisamos pesar a mão em ativos que se beneficiariam do cenário que acreditamos que se materializará mais à frente. Por exemplo, se temos convicção de que o Brasil vai decolar, natural alocarmos mais de nosso capital em Bolsa e juro longo.

Mas isso é só parte da história toda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque uma das lições mais importantes na alocação de recursos repousa justamente sobre a necessidade de uma visão holística para o patrimônio investido.

E o que eu quero dizer com holística? Bem, justamente para olharmos os dois lados da equação. Ao mesmo tempo que acredito na alta da Bolsa, também acredito na minha própria falibilidade.

Isso se chama humildade epistemológica. Tão raro em um mercado coberto por pessoas arrogantes e egos inflados.

Temos que sempre considerar a possibilidade de estarmos errados. Como diria Taleb, "start looking from the tails" (comece olhando da cauda – da distribuição). Em uma distribuição normal de probabilidade, eventos mais raros, com menor chance de acontecer, residem na cauda (ponta) da distribuição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso sugere uma necessidade de se começar a alocação de recursos partindo do pressuposto de que estamos errados.

Aonde quero chegar?

Digo tudo isso para nos trazer ao ponto nevrálgico de minhas palavras. Não é porque acredito em um futuro positivo para o Brasil que não devo ter proteções clássicas, como ouro e dólar.

Pelo contrário, é justamente porque acredito em um futuro positivo que alocaria mais em ativos de risco e, por conta disso, deverei acompanhar também meus investimentos com uma boa fatia, de até 10% do total, de proteções.

Assim, se eu estiver certo, perfeito. Minha carteira como um todo vai muito bem, porque 90% dela estará bem alocada, balanceada e diversificada, em ativos que se beneficiam de um contexto de céu de brigadeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Do mesmo modo, se eu estiver errado, não haverá tanto problema, porque carrego 10% dos meus investimentos em ativos que se beneficiam de um cenário mais adverso. Moeda forte e metais preciosos são as reservas de valor mais tradicionais nesse sentido. É para eles que o dinheiro foge quando uma hecatombe acontece – e elas acontecem com mais frequência e com maior intensidade do que pressupomos.

Compre ouro

Ouro, em meu entendimento, é o investimento mais clássico para que possamos nos proteger de maneira consistente no longo prazo. Sempre foi a reserva de valor da humanidade e, desde o início do terceiro milênio, tem vivido um bull market inacreditável. Abaixo, note como o ouro costuma se valorizar acentuadamente em momento de estresse frente à Bolsa americana.

Fonte: Empiricus e Bloomberg

Algo que perfaz até 10% do seu patrimônio investido é uma excelente pedida, dividido entre moeda forte e ouro. É possível ganhar exposição a estes ativos por meio de um fundo de investimento barato na sua corretora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para quem tem menos recursos disponíveis no momento, um fundo de ouro dolarizado é uma excelente pedida. Tais fundos são meus favoritos mesmo, porque você ganha exposição, ao mesmo tempo, a ouro e dólar. Ou seja, uma dupla proteção.

Hoje, você consegue encontrar produtos assim na Órama, no BTG e na Vitreo. Novamente, eu gosto de prezar pelo ouro dolarizado e conheço a qualidade das instituições acima, por isso as citei.

Dicas como essa e muitas outras vocês podem encontrar na Empiricus, por meio do nosso best-seller, Palavra do Estrategista. Trata-se da série do do Felipe Miranda, Estrategista-Chefe da Empiricus, ideal para todos os tipos de investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Faturamento de R$ 160 milhões no combate ao desperdício, guerra no Oriente Médio, e tudo o que você precisa saber hoje

11 de março de 2026 - 8:26

Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como lucrar com a Copa sem cometer crimes, as consequências de uma guerra mais longa para os juros, e o que mais afeta a bolsa hoje

10 de março de 2026 - 8:38

A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O petróleo volta a ditar o humor dos mercados, mas não é só isso: fertilizantes e alimentos encarecem, e até juros são afetados

10 de março de 2026 - 7:32

O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A fila dos IPOs na B3, a disparada do petróleo, e o que mais move o mercado hoje 

9 de março de 2026 - 8:11

Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital

TRILHAS DE CARREIRA

O fim da Diversidade? Por que a Inteligência Artificial (IA) me fez questionar essa agenda novamente

8 de março de 2026 - 8:00

Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

De volta à pole: com Gabriel Bortoleto na Fórmula 1 e a retomada da produção nacional, Audi aquece os motores

7 de março de 2026 - 9:01

São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid.  Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Ainda dá para investir em Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), o FII do mês, e o que mais move seus investimentos hoje

6 de março de 2026 - 8:35

Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira

SEXTOU COM O RUY

Petrobras e Prio disparam na Bolsa — descubra por que não é tarde demais para comprar as ações

6 de março de 2026 - 6:55

Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A luta pelos dividendos da Petrobras (PETR4), o conflito no Oriente Médio e o que mais impacta o seu bolso hoje

5 de março de 2026 - 8:07

Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Dá mesmo para ter zero de petróleo e gás?

4 de março de 2026 - 19:52

A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Depois do glow up, vêm os dividendos com a ação do mês; veja como os conflitos e dados da economia movimentam os mercados hoje

4 de março de 2026 - 8:59

A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os desafios das construtoras na bolsa, o “kit geopolítico” do conflito, e o que mais move o mercado hoje

3 de março de 2026 - 8:37

Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Ormuz no radar: o gargalo energético que move os mercados e os seus investimentos

3 de março de 2026 - 7:00

Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O gringo já tem data para sair do Brasil, o impacto do conflito entre EUA, Israel e Irã nos mercados, e o que mais move a bolsa hoje

2 de março de 2026 - 8:46

Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]

DÉCIMO ANDAR

Hora de olhar quem ficou para trás: fundos imobiliários sobem só 3% no ano, mas cenário pode estar prestes a virar

1 de março de 2026 - 8:00

Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Turismo avança e cidades reagem – mas o luxo continua em altitude de cruzeiro

28 de fevereiro de 2026 - 9:02

Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os dividendos da Vivo, a franquia do bolo da tarde e o nascimento de um gigante na saúde: tudo o que você precisa saber antes de investir hoje 

27 de fevereiro de 2026 - 9:07

Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje

SEXTOU COM O RUY

Quer investir com tranquilidade e ainda receber bons dividendos? Você precisa da Vivo (VIVT3) na sua carteira

27 de fevereiro de 2026 - 6:13

Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026

ALÉM DO CDB

Renda fixa: com prêmios apertados, chegou a hora de separar o joio do trigo no crédito privado

26 de fevereiro de 2026 - 17:35

Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Pausa para um anedótico — janeiro crava o ano para o Ibovespa? 

25 de fevereiro de 2026 - 19:58

Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar