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Com Biden, acabou a era do dólar forte?

Entendo que o movimento de desvalorização do dólar possa ser repetido não só nos próximos dois meses, mas também durante o governo Biden como um todo

10 de novembro de 2020
6:50 - atualizado às 13:31
Joe Biden, presidente americano
O que esperar do pacote de Joe Biden para o mundo? - Imagem: Shutterstock

Durante o fim de semana, o democrata Joe Biden foi declarado vencedor das eleições americanas. Ainda que a vitória do candidato seja contestada e que haja também a recontagem dos votos em alguns estados, Biden já foi congratulado por diversos líderes mundiais. Os mercados já estão precificando Biden no comando da semana passada para esta. E o que aconteceu? O dólar acentuou seu movimento ladeira abaixo.

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Ainda que o resultado formal das eleições leve mais tempo para sair do que o previsto, a verdade é que pouco da contestação de Donald Trump de fato se baseia em fatos e provas concretas; logo, boa parte de suas alegações de fraude eleitoral derivam somente de um narcisismo exuberante, de quem se recusa a perder.

O novo cenário dos mercados é de uma presidência de Joe Biden e uma manutenção da balança de poder no Congresso (Câmara democrata e Senado republicano). Além, claro, de outras novidades recentes, como a possibilidade de reabertura das economias, com a eclosão de boas notícias relacionadas com vacinas ao redor do mundo.

Abaixo, um gráfico com os movimentos dos mercados durante o processo de recontagem dos votos em 2000. Note como o dólar, que havia apresentado um forte desempenho durante o ano, perdeu ímpeto e caiu 2% em relação ao euro no mês seguinte à eleição.

Entendo que o movimento de desvalorização do dólar possa ser repetido não só nos próximos dois meses, mas também durante o governo Biden como um todo.

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Depois de um grande bull market da moeda americana nos últimos anos, 2020 foi o momento em que o mercado passou a questionar a força soberana da divisa. Já vínhamos questionando a força do dólar ao longo do ano, norteados principalmente pelo expansionismo fiscal e monetário sem precedentes na história. Agora, com a presidência de um multilateralista, soma-se o fluxo de dólares para outras regiões do mundo, no fomento do comércio mundial.

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Veja abaixo a performance do euro versus o dólar (EUR / USD) antes e depois das eleições americanas. O euro deve continuar subindo daqui em diante – pelo menos de acordo com o padrão das eleições presidenciais dos EUA desde o ano 2000.

As forças que pesam contra o dólar

Dois fatores, portanto, levam a uma desvalorização do dólar:

  1. Impressão de dinheiro nos EUA: a expansão da base (oferta) monetária por meio dos estímulos do governo e do Fed (banco central dos EUA), desvalorizando a moeda;
  2. Migração de capital para emergentes: o fluxo de dólares para o resto do mundo, principalmente para países emergentes, devido ao multilateralismo comercial.

Ademais, poderíamos ainda argumentar que os democratas tenderiam a um maior gasto do Estado, expandindo ainda mais o estímulo fiscal. A aparente vitória até aqui dos republicanos no Senado, contudo, limita um pouco da atuação democrata nesse sentido.

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Destaque aqui, como podemos ver abaixo, para os países emergentes. Existem várias apostas que podem rapidamente se materializar nos próximos meses devido à presidência de Biden, sendo a de moedas dos países emergentes uma das mais óbvias.

Emergentes voltam ao radar

A verdade é que nós, emergentes, ainda estamos muito baratos em comparação às grandes economias mundiais (moedas do G10). Nas últimas décadas, a diferença entre as grandes potências e os grandes países emergentes não foi relevante, como podemos ver acima.

Nesse caso, há um potencial para um catch-up das moedas emergentes. O movimento é ainda maior se você considerar que o dólar entrou em uma tendência estrutural de queda – fatores fortes de desvalorização para os próximos anos, conforme já argumentado.

Os mercados não são bobos e, justamente por isso, o MSCI Latam tem sido um dos queridinhos desde o dia das eleições, na última terça-feira. Pode ser uma excelente oportunidade para fortalecer suas posições locais e, em termos internacionais, em países emergentes – Ásia e América Latina são cavalos bem óbvios para surfar esta onda.

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Como eu posso lucrar com isso?

Imagine o que deve acontecer com a bolsa brasileira quando chegar esse capital todo que vem de fora. Sim, é possível que o Brasil veja um rali de fim de ano nos mercados. Isso já começou a acontecer, basta olhar para a disparada do Ibovespa em novembro.

Se você está interessado em aproveitar este movimento, deixo aqui o link com mais informações sobre o rali de fim de ano. Você também vai encontrar orientações sobre como investir e quais ações comprar para se beneficiar da possível alta dos mercados emergentes.

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