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Tudo foi planejado – sobreviva a essa crise

A educação é a nossa melhor arma para combater os bancos centrais como o Fed. Para começar, basta alterar as palavras que você usa e a forma como pensa com relação a dinheiro.

18 de julho de 2020
5:50 - atualizado às 14:14

Caro Leitor,

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Em 1967, viajei de carona da cidade de Nova York para Montreal, para visitar a "Expo 67: o Homem e o Seu Mundo", promovida como "A Feira Mundial do Futuro". O Pavilhão dos Estados Unidos no evento era a cúpula geodésica do arquiteto e futurista americano Richard Buckminster Fuller.

Em 1973, voltei para casa e encontrei meu pai pobre sem emprego, salário ou pensão. Pior, ele estava perdendo a motivação.

Quando ele sugeriu que eu seguisse seus passos — voltasse a estudar, fizesse mestrado e conseguisse um emprego no mundo corporativo ou no governo —, eu estava me deparando com dois caminhos a seguir na vida.

Um era seguir o caminho da sabedoria convencional do meu pai pobre. O outro era seguir meu pai rico, seguir a educação por meio da experiência.

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Eu escolhi seguir os passos do meu pai rico — optando por abandonar a segurança de um emprego e de um plano de aposentadoria.

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Ao fazê-lo, também escolhi estudar com um dos homens mais brilhantes da vida, um homem que compartilhava ideologias semelhantes às do meu pai rico: Bucky Fuller.

Fuller morreu em 1º de julho de 1983, aproximadamente três semanas depois da última aula dele que assisti. Eu lembro que, logo após a sua morte, eu imediatamente comprei o seu livro "Grunch of Giants" (“A Patifaria dos Gigantes”, em tradução livre) e o li.

Fuller dizia muitas coisas que eram as mesmas que meu pai rico ensinava a seu filho e a mim.

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A palavra "Grunch" é um acrônimo para "Gross Universe Cash Heist" (“O Roubo de Todo o Dinheiro do Universo”, em tradução livre). É um livro sobre como os super-ricos exploram o mundo.

Elite de marionetes

"Grunch" e as elites acadêmicas não são exatamente as mesmas pessoas. Fuller não se referiu às elites como "Grunch". Das palestras e livros de Fuller, minha lembrança é que as elites são fantoches e as pessoas que dirigem os "Grunch" são os manipuladores dos fantoches. Como você sabe, os marionetistas raramente são vistos. Eles preferem ficar nos bastidores, no escuro.

Fuller descreveu "Grunch" como um nível de ser humano que manipula o mundo em prol da sua agenda pessoal via dinheiro, governo, organizações internacionais, grandes corporações, mercados de ações e de títulos e economia. O "Grunch" é invisível para a maioria de nós.

Fuller era um futurista. Muitas das suas previsões e preocupações com relação ao "Grunch" estão se tornando realidade hoje.

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Depois de ler "Grunch of Giants", pude ver nossa atual crise financeira chegando — só não sabia exatamente quando ela chegaria. Uma razão pela qual meus investimentos e empreendimentos comerciais se saem bem, apesar dessa crise econômica, é porque li "Grunch of Giants". O livro me deu tempo para me preparar para esta crise.

Comecei a entender por que não ensinamos as crianças nas escolas sobre dinheiro. Eu também entendi por que fui enviado ao Vietnã para participar de uma guerra da qual nunca deveríamos ter participado. Simplificando, a guerra é rentável. Guerra geralmente tem a ver com ganância, não patriotismo. 

Depois de nove anos no serviço militar, quatro na academia militar federal e cinco como piloto do Corpo de Fuzileiros Navais que serviu duas vezes no Vietnã, só pude concordar com o Dr. Fuller. Por experiência própria, entendi por que ele se refere à CIA como "Capitalism’s Invisible Army" (Exército Invisível do Capitalismo). Pela primeira vez na minha vida, eu queria estudar um assunto, o assunto de como os ricos e poderosos exploram o resto de nós — legalmente.

A profecia é real 

Em 2002, meu livro "Profecias do Pai Rico" foi publicado e eu expliquei como os planos de previdência com contribuição definida, que nos EUA os mais comuns são o chamado 401(k), estão sendo roubados e fadados ao fracasso. No livro previ que o roubo dos fundos de previdência de contribuição definida pelo "Grunch" seria exposto.

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No caso dos EUA, tudo começou em 1974, quando o Congresso aprovou a ERISA,  Lei de Seguridade de Rendimentos para Trabalhadores Aposentados. A aprovação dessa lei contou com o lobby de grandes bancos, do Fed (o banco central americano), de Wall Street, de milhares de outros grupos com interesses específicos, de militares, de sindicatos de professores e de ONGs que queriam o dinheiro de impostos. Quatro anos depois, vimos surgir os fundos de previdência 401(k). 

A ERISA abriu o caminho para os planos de previdência como o 401(k), o IRA e os planos de pensão de funcionários. Ela abriu as portas para os trabalhadores pobres e a classe média do grande cassino como são conhecidos os mercados de ações e de títulos. E isso sem dar a eles nenhuma orientação financeira. Em 1978, milhões de amadores foram forçados a participar dos grandes cassinos que na verdade eram os bancos de Wall Street, pertencentes aos ricos.

Nos EUA, a geração da Segunda Guerra Mundial geralmente tinha planos de benefício definido — podemos considerar esses planos como um tipo de salário para a vida toda. Isso significa que essa geração não precisava ter educação financeira porque os planos de benefício definido tinham uma "gestão profissional". Mas esse modelo de plano de previdência praticamente não existe mais. As empresas que costumavam oferecer a seus funcionários esse modelo de plano de previdência deixaram de fazê-lo porque era um benefício caro demais. Hoje, poucas pessoas ainda possuem esses tipo de plano de previdência, que na prática lhes oferece um tipo de salário vitalício.

Atualmente, até mesmo essas pessoas estão preocupadas. O jornal "The Wall Street Journal" afirmou: "Alguns trabalhadores do setor público estão vivendo com a incerteza, já que os governos que enfrentam problemas de dinheiro consideram cortes nas aposentadorias".

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No caso dos EUA, a razão pela qual muitos planos de aposentadoria com benefício definido estão com problemas é que eles basearam seus cálculos em um retorno de 7,5% ao ano em seus investimentos e que a maioria dos beneficiários não passaria dos 70 anos. A boa notícia é que as pessoas estão vivendo mais. A má notícia é que os mercados nem sempre cooperaram para o cumprimento das projeções.

Adicione a isso a mistura perturbadora de fatos e números: 10.000 pessoas se aposentam todos os dias.

A crise vai se tornar um desastre financeiro em 2026 quando os primeiros baby boomers, como são chamadas as pessoas que nasceram entre o fim da Segunda Guerra Mundial e 1964, vão completar 80 anos e vão precisar cada vez mais de assistência médica no longo prazo… justamente quando os sistemas de Seguro Social e de saúde pública estarão quebrados. Uma realidade não muito diferente da do Brasil...

O sistema de aposentadorias está falindo

Se você analisar os 125 anos de história do índice Dow Jones Industrial Average, vai entender o porquê estou preocupado. Acredito que o paradigma esteja prestes a mudar.

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No gráfico do Dow, a Grande Crise da Bolsa de 1929 está em destaque por um motivo. Se você olhar para a queda de 1929 e compará-la à "crise das empresas pontocom" em 2000 e à "crise do subprime" em 2008, poderá ver que os momentos de prosperidade e de crise financeira que o mundo tem enfrentado foram causados por trilhões de dólares em dinheiro "de mentira" que foram injetados na economia pelas elites.

Milhões de pessoas estão investindo em ativos "de mentira". A cada salário pago, o dinheiro é enviado para Wall Street por meio de programas como os planos de aposentadoria. Milhões "economizam para a aposentadoria" ao longo de anos, esperando que seu dinheiro se multiplique. Milhões de pessoas da minha idade, os baby boomers, descobrirão em breve que não têm dinheiro suficiente para se sustentar depois de se aposentar. Isso ocorre porque o dinheiro que foi retirado de seus salários foi para "ativos de mentira", tornando os ricos mais ricos.

Mude o mundo

A educação é a nossa melhor arma para combater os bancos centrais como o Fed. Para começar, basta alterar as palavras que você usa e a forma como pensa com relação a dinheiro.

Por gerações, os pais disseram aos filhos para "estudarem, conseguir um emprego, trabalhar duro, pagar impostos, economizar dinheiro, comprar uma casa, se livrar das dívidas e investir a longo prazo em um portfólio bem diversificado de ações, títulos, fundos mútuos e ETFs".

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As palavras têm poder. Se todos mudassem suas palavras, nós, o povo, seríamos mais inteligentes, mais ricos e mais felizes. E é por isso que mudar as palavras que usamos — tanto na nossa cabeça quanto as que falamos — é o primeiro passo a ser dado para quem quer derrotar o banco central.

As palavras têm o poder de te enriquecer, de mantê-lo rico ou de torná-lo pobre. Mude suas palavras e você mudará a sua vida. A melhor notícia é que as palavras são gratuitas.

Para encerrar, deixo um convite para que você assista a uma série de quatro vídeos gratuitos sobre o meu método de geração de renda passiva. 


Abraço!

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