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Para a XP Investimentos, o comprometimento da rede de farmácias com a expansão e melhoria operacional nos próximos anos abre possibilidade para que as ações se valorizem 105% em um ano
A "sorte de principiante" não tem agido em favor da d1000 (DMVF3), rede de farmácias populares que estreou na bolsa de valores há pouco mais de um mês.
Após precificar as suas ações no piso da faixa indicativa, a R$ 17, a companhia tinha visto os seus papéis desvalorizarem cerca de 41% desde então, com base na última sexta-feira (18), ocasião em que terminou o pregão cotada a R$ 10.
Os analistas da XP Investimentos, uma das coordenadoras da oferta que levantou R$ 460,1 milhões, no entanto, estão otimistas com o potencial exibido pela companhia.
Em relatório que deu o pontapé inicial na cobertura dos papéis da d1000, a corretora não só trouxe a recomendação de compra como também disse enxergar um potencial para que as ações dobrem de valor em um ano.
Hoje, os papéis da d1000 saltaram na bolsa: eles encerraram o dia em alta de 15%, a R$ 11,50, refletindo a visão da corretora.
Nona maior varejista farmacêutica do país, a d1000, que é fruto de três aquisições realizadas desde 2013 pela Profarma, conta hoje com 188 lojas em quatro estados e 0,9% de participação no mercado. O plano da companhia de dobrar o seu número de lojas em apenas 5 anos é um dos principais motivadores para as perspectivas positivas da XP pós-IPO.
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Em relatório assinado pelo analista Pedro Fagundes, a corretora explica que a d1000 está pronta para acelerar o seu processo de expansão. Do total arrecadado na oferta inicial de ações, 30% devem ser utilizados para financiar o processo de abertura de novas lojas, com o restante destinado a otimizar a estrutura de capital da empresa.
O esperado é que a rede de farmácias abra 220 lojas entre 2021 e 2025, principalmente no estado do Rio de Janeiro, com foco no atendimento de pessoas de baixa renda. Para Fagundes, as novas unidades podem ter um impacto de 17% no crescimento médio ao ano da receita entre 2019 e 2023.
Outro fator destacado no relatório é o continuado processo de recuperação operacional que está em vigor desde as primeiras aquisições feitas pela Profarma, com foco na melhoria da produtividade, fechando unidades que apresentam resultados fracos. Para a XP, esse ajuste já está quase concluído.
Com a queda de mais de 41% desde o IPO, a XP enxerga um risco-retorno assimétrico. Entre os principais fatores de risco estão a capacidade da gestão em dobrar o número de lojas em cinco anos, o aumento da concorrência no formato popular e a falta de liquidez ainda observada na negociação dos papéis da companhia.
"Hoje vemos as ações sendo negociadas a um múltiplo P/L de 14,8x em 2021e, um desconto de 40% em relação à média de nossa cobertura de varejo. Em nosso preço-alvo, as ações seriam negociadas a um EV/EBITDA de 15,3x em 2021e e P/L de 30,4x."
As projeções feitas pela corretora para 2021 mostram uma expectativa de receita líquida de R$ 1,3 bilhão, um Ebitda de R$ 62 milhões e lucro líquido de R$ 34 milhões.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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