O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na agenda, o destaque fica com a divulgação do IPCA-15, prévia da inflação, e dados da arrecadação federal.
Depois de algumas semanas turbulentas, a transição de poder nos Estados Unidos parece finalmente estar caminhando para um desfecho positivo e mais tranquilo. A situação mais estável deve aliviar os agentes do mercado, que também mostram otimismo com o avanço de possíveis vacinas contra o coronavírus.
O clima de otimismo no exterior, no entanto, esbarra com uma onda de aversão ao risco no Brasil. Os investidores locais seguem pesando as incertezas em torno da situação fiscal do país, o que pode se refletir nos negócios - principalmente no câmbio. Na agenda, o destaque fica com a divulgação do IPCA-15, prévia da inflação, e dados da arrecadação federal.
O principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa, já acumula ganhos superiores a 14% em novembro.
Impulsionado pelas notícias positivas em torno da possibilidade de uma vacina e pela entrada de dinheiro estrangeiro, o índice fechou no maior patamar desde fevereiro, após subir 1,3%, aos 107.380 pontos
Com a vacina no horizonte, os investidores voltam a olhar com mais carinho para os setores mais tradicionais da bolsa. No pregão de ontem, Petrobras, Petrorio, BRF, CSN e Usiminas lideraram os ganhos do índice.
No mercado de câmbio, no entanto, a situação foi um pouo diferente.
Leia Também
Em escala global, o dólar tem apresentado uma tendência de descompressão após a vitória do democrata Joe Biden nas eleições presidenciais americanas. No entanto, o cenário de preocupação com a situação fiscal brasileira pesou sobre a cotação do ativo, já que funciona como uma segurança para tempos mais incertos.
O mercado vê com maus olhos a demora no andamento das pautas econômicas no Congresso. Em participação em uma live ontem, o ministro Paulo Guedes admitiu atraso nos planos e disse que o governo não conseguiu se entender para acelerar questões como as privatizações.
O repique no número de casos do coronavírus no país é outra preocupação, já que levanta a possibilidade de uma prorrogação do auxílio emergencial.
As últimas semanas vêm sendo de derrotas para o presidente americano Donald Trump. Após tentar contestar o resultado das eleições na justiça, sem sucesso, Trump parece ter jogado a toalha e autorizou que a transição para a equipe de Joe Biden começasse.
Ainda falando de política, o presidente eleito americano deve confirmar Janet Yellen, ex-presidente do Federal Reserve, como secretaria do Tesouro, o que anima Wall Street.
Além de um cenário político mais estável, o mercado também segue impulsionado pelas boas notícias com relação ao surgimento de uma vacina contra a covid-19. Ontem foi a vez da AstraZeneca alimentar as esperanças de todos, ao afirmar que a eficácia da sua vacina pode chegar a 90% e ainda possui a vantagem de ser facilmente armazenada.
A aparente calmaria se reflete nos negócios. As bolsas asiáticas fecharam em alta durante a madrugada. No começo da manhã, os índices futuros em Wall Sreet e as principais praças europeias operam no azul.
Os investidores locais estão de olho na inflação nesta terça-feira (24). A estimativa é de que o IPCA-15 (9h) rompa o centro da meta do ano, que é de 4%.
Às 10h30, é hora de conhecer os números da arrecadação federal de outubro. As projeções indicam uma alta, mas ainda insuficiente para cobrir o aumento de despesas do governo federal.
No exterior, o destaque fica com a divulgação do índice de confiança do consumidor em novembro (11h).
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas