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Lá fora, resultado positivo da indústria chinesa guia os mercados., com a maioria das bolsas europeias em alta, assim como os índices futuros em Wall Street
A terça-feira promete ser um dia agitado para o mercado financeiro local. Os investidores aguardam com grandes expectativas o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do 2º trimestre - o primeiro período totalmente impactado pela crise do coronavírus.
Além disso, novidades sobre a prorrogação do auxílio emergencial devem ser apresentadas hoje. Os agentes financeiros buscam saber de onde virá o dinheiro que financiará a medida, em um momento em que a situação fiscal do país está preocupante.
Os negócios também devem ser influenciados pelos resultados positivos da economia chinesa. A atividade manufatureira do país apresentou o maior nível desde janeiro de 2011 e o quarto mês consecutivo de expansão.
A apresentação da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2021 não agradou o mercado, que reagiu levando o Ibovespa a fechar a sessão nas mínimas do dia - em queda de 2,72%, aos 99.369,15 pontos.
A leitura foi de que em um momento em que a situação fiscal do Brasil já se encontra delicada, devido ao aumento nos gastos públicos com as medidas emergenciais para conter o coronavírus, a LDO apresentada pode agravar ainda mais a situação, principalmente por ter deixado de fora o Renda Brasil, programa que ainda deve ser apresentado com maiores detalhes pelo governo.
Além da preocupação com a situação fiscal, no câmbio, a disputa pela formação da taxa PTax também exerceu pressão. A moeda americana terminou o dia em alta de 1,21%, a R$ 5,4806.
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A agenda do dia monopoliza a atenção dos investidores nesta terça-feira.
Agora pela manhã o presidente Jair Bolsonaro deve receber líderes aliados para anunciar o valor do auxílio emergencial, prorrogado até dezembro. A estimativa é de que as novas parcelas sejam de R$ 300, conforme o pedido do presidente. Os investidores aguardam maiores detalhes sobre a origem dos recursos para o financiamento do programa.
Depois, às 9 horas, temos a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre. O período é o primeiro totalmente impactado pela pandemia do coronavírus e deve trazer o pior resultado da crise.
A média expectativa dos economistas consultados pela Broadcast é que o país tenha uma queda de 9,10% com relação aos primeiros três meses do ano.
No Congresso, os deputados podem votar hoje o novo marco do gás. Já a análise dos vetos presidenciais - que inclui o veto à prorrogação da desoneração para 17 setores da economia até o fim de 2021 - deve ficar para o próximo dia 9.
Boa parte dos negócios ficam no azul na manhã desta terça-feira, seguindo os resultados positivos da economia chinesa, apresentados durante a madrugada.
A atividade manufatureira da China, medida pela IHS Markit com a Caixin Media, foi de 52,8 em julho para 53,1 em agosto. Esse é o maior nível desde janeiro de 2011 e o quarto mês consecutivo de expansão da indústria.
Na Europa, no entanto, os números não agradaram os investidores com a mesma intensidade. Na zona do euro, o índice de gerentes de compras (PMI) caiu de julho para agosto - de 51,8 para 51,7. Na Alemanha, o indicador (52,2) ficou abaixo do esperado, assim como o PMI industrial britânico.
Mesmo assim, a maior parte das bolsas do continente operam em alta. Nos Estados Unidos, os índices futuros em Nova York também sinalizam uma abertura positiva para os negócios.
Além dos destaques já citados, no Brasil também temos os números do PMI/Markit industrial de agosto (10h) e a balança comercial de agosto (15h).
Lá fora, o destaque é a atividade industrial lida pelo PMI/Markit (10h45) e pelo o ISM (11h) nos Estados Unidos.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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