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Brexit e pacote de ajuda americano seguem impulsionando as bolsas internacionais

O aumento do pacote de ajuda americano sustenta o apetite por risco no exterior, o que pode levar o Ibovespa em direção ao seu topo histórico. Os investidores também repercutem o desfecho da novela do Brexit, que ocorreu na véspera de Natal.
Na agenda, destaque para nova atuação do Banco Central no câmbio e os dados sobre a situação do emprego no país.
O Ibovespa está cada vez mais perto de fechar o ano acima do seu recorde histórico de fechamento. Ontem, o índice fechou no seu patamar mais elevado desde 23 de janeiro após alta de 1,12%, aos 119.123 pontos.
O dólar teve mais um dia de valorização, puxado principalmente pelo efeito overhedge - proteção excessiva dos bancos em moeda estrangeira no exterior para proteção do patrimônio. A moeda americana avançou 1,1%, aos R$ 5,2382. Para alivar o estresse da divisa, o Banco Central fez uma nova venda de dólar no mercado à vista. Para hoje, um novo leilão que deve injetar recursos no sistema está marcado.
Depois da aprovação do pacote fiscal de US$ 900 bilhões, o governo americano aprovou mais uma medida de socorro. Dessa vez, a Câmara dos Representantes aprovou o aumento do auxílio individual dado aos americanos que recebem menos de US$ 75 mil por ano, de US$ 600 para US$ 2 mil, após pressão de Donald Trump. A medida ainda precisa ser aprovado no Senado e, se passar, elevará o total do pacote de ajuda a US$ 1,3 trilhão.
Embora a aprovação do aumento da ajuda aos americanos seja de viés positivo, as bolsas asiáticas fecharam sem uma direção definida durante a madrugada. Enquanto em Xangai as bolsas recuaram, no Japão o índice Nikkei fechou na sua máxima de fechamento desde agosto de 1990.
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Na Europa, os investidores seguem repercutindo com bom humor o acordo comercial pós-Brexit firmado entre Reino Unido e União Europeia, o que sustenta as bolsas do velho continente no azul. Os índices futuros em Nova York indicam mais um dia positivo para os negócios.
O destaque do dia fica com a divulgação do resultado primário de novembro do Governo Central (14h30), o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) (8h) e a taxa de desemprego (9h).
O Banco Central também realiza um nojo leilão de até 16 mil contratos de swap, no valor de US$ 800 milhões.
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