O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Lá fora, os investidores seguem apreensivos com o efeito do coronavírus na economia e custam a responder de forma positiva aos pacotes de estímulos dos BCs.
O corte já era esperado. O Copom decidiu renovar a mínima histórica da taxa Selic e promoveu uma queda de 50 pontos, levando a taxa a 3,75%.
O Comitê de Política Monetária justificou o corte com os problemas trazidos pelo coronavírus, mas não deixou de destacar os impactos fiscais que a medida pode ter.
Aparentemente, o ciclo de cortes parece mesmo ter chegado ao fim, com o BC pedindo novamente cautela na condução da política monetária. Segundo o comunicado "cortes adicionais podem ser contraproducentes, se resultarem em aperto nas condições financeiras”.
Mesmo assim, a curva DI já precifica em 30% a probabilidade de um novo corte em maio.
O corte das taxas de juros custam a trazer algum efeito real de animação para a economia. Muitos analistas acreditam que o BC deve tomar outras medidas de estímulo.
O impacto econômico do coronavírus segue sendo o principal fator que afunda as bolsas globais. Mesmo com os governos anunciando uma série de medidas e estímulos, os investidores custam a retornar aos ativos mais arriscados.
Leia Também
O mercado ainda desconfia do efeito das medidas na economia e as instituições continuam a revisar as expectativas de crescimento, jogando o mundo em uma nova recessão global.
Seguindo os passos do Federal Reserve, o Banco Central Europeu lançou ontem um novo programa de compra de ativos, de 750 bilhões de euros. As taxas de juros também sofreram queda na Austrália, Filipinas e Indonésia.
Mesmo assim, as bolsas asiáticas tiveram mais um dia de forte queda, capitaneados pelo índice sul-coreano Kospi, que caiu cerca de 8,39%.
No Brasil, a bolsa brasileira ficou bem próxima de acionar o segundo circuit breaker do dia, mas fechou em baixa de 10,35%, desabando aos 66.894,95 pontos.
O presidente Jair Bolsonaro, ao lado da sua equipe econômica anunciou medidas que buscam aliviar a economia local e auxiliar os trabalhadores, com o alívio de regras trabalhistas.
Para aliviar as companhias aéreas, que junto com as empresas do setor de turismo são as que mais sofrem com a crise, o governo criou uma MP que permite o atraso na devolução do dinheiro das passagens canceladas.
Ontem, a Câmara aceitou o pedido de Estado de Calamidade Pública, que permite que o governo não cumpra a meta fiscal.
O dia começa anunciando mais tensão no mercado.
No começo da manhã, os índices futuros das bolsas de Nova York operavam em queda de cerca de 2%. Uma melhora com relação ao visto durante a madrugada, quando os futuros caíam 4%.
Na Europa, os investidores tentam surfar na onda dos pacotes de estímulos e operam de forma mista.
O dólar à vista fechou o dia de ontem em forte alta de 3,74%, a R$ 5,1960.
O Banco Central bem que tentou e ofereceu quatro leilões de linha, onde o BC vendeu bem menos que a oferta. Analistas acreditam que o novo corte na Selic pode colocar ainda mais pressão no câmbio.
A divulgação de resultados corporativos continua. Hoje temos os números do quarto trimestre de Bradespar e Braskem.
Lá fora, o presidente Donald Trump deve participar de nova coletiva de imprensa sobre o coronavírus. Na China, o Banco Central chinês define a taxa de juros de curto prazo.
O Twitter foi palco de mais uma crise diplomática envolvendo a família bolsonaro.
Eduardo Bolsonaro postou uma mensagem na rede social culpando a China pela pandemia. O perfil oficial da Embaixada Chinesa no Brasil respondeu a provocação.
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano