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As paralisações nas fábricas chinesas atingiu a Apple, que anunciou que não conseguirá cumprir sua projeção de receita no trimestre e, após um dia de alívio, os mercados acionários devem ficar mais avessos ao risco
Os investidores possuem um dado indigesto para analisar na volta do feriado nos Estados Unidos.
A Apple anunciou que não conseguirá cumprir sua projeção de receita no trimestre que vai até março. A razão? Os efeitos do coronavírus na produção chinesa. As paralisações nas fábricas chinesas pode fazer com que a oferta global de Iphones seja contida temporariamente.
Termômetro do que deve acontecer hoje, o alerta azedou o setor de tecnologia asiático e diminuiu o apetite para o risco, que havia se recuperado após as últimas atuações do banco central chinês.
O alerta da companhia é mais um sinal do enfraquecimento da economia frente ao surto da doença que já atingiu mais de 72 mil pessoas e causou cerca de 1900 mortes.
Assim,as bolsas asiáticas fecharam em baixa generalizada. A excessão ficou com o índice da China continental, que subiu com o anúncio de novas isenções tarifárias a produtos norte-americanos.
Os índices futuros das bolsas americanas amanhecem em queda. Na Europa, os investidores também reagem aos balanços negativos HSBC e da mineradora Glencore, e os principais índices operam em queda na abertura dos negócios.
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A decisão do banco central chinês de injetar 300 bilhões de yuans na economia e cortar o juro de uma linha de crédito de médio prazo sustentaram um ambiente positivo nos mercados globais ontem. Agora a expectativa é pela redução da taxa de referência do juro (LPR). O anúncio deve ser feito amanhã à noite.
O dólar interrompeu a sequência de quedas e terminou o dia em alta de 0,67%, a R$ 4,3292. A falta de leilões de swap que marcaram os pregões anteriores e a diminuição da liquidez por conta do feriado nos Estados Unidos ajuda a explicar o movimento da moeda americana.
As bolsas americanas fechadas não estragou a festa da bolsa brasileira. O Ibovespa conseguiu pegar carona no bom hunmor dos mercados após a atuação do banco Central chinês na economia para tentar conter os danos do coronavírus. Além disso, a divulgação intensa dos balanços corporativos também mexeu nos papéis e animaram os investidores.
Ontem, o Ibovespa encerrou o dia com alta de 081%, a 11.309,08 pontos, recuperando parte das perdas recentes.
A reforma administrativa pode chegar ao Legislativo na próxima quinta-feira. A informação é do próprio presidente da República, Jair Bolsonaro.
A greve dos petroleiros da Petrobras, que já entra em seu 18º dia, foi declarada ilegal e abusiva pelo Tribunal Superior do Trabalho (TSJ).
As entidades sindicais foram notificadas e a estatal espera que os empregados retornem ao trabalho nesta terça-feira.
Hoje é mais um dia cheio para o noticiário corporativo, com a previsão de divulgação dos resultados de IRB Brasil, Minerva Foods, Ecorodovias, Engie Brasil, Energias do Brasil (EDP), Iguatemi e Smiles.
Lá fora, hoje é dia de conhecer os resultados do Walmart.
Confira alguns dos últimos resultados divulgados:
Enquanto a agenda de divulgações corporativas está cheia, a de indicadores econômicos está mais fraca. Para hoje está previsto as prévias do IPC-Fipe e do IGP-M (8h)
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Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor
O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026
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Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil