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Após falas do ministro da Economia Paulo Guedes, a moeda americana disparou e o BC correu para trazer alívio ao câmbio . O dia também reserva a divulgação da ‘prévia do PIB’
O dólar foi mais uma vez a grande estrela do dia.
O mercado de câmbio reagiu com estresse às declarações do ministro Paulo Guedes e o dólar passou a flertar com a marca de R$ 4,40.
Após ver a moeda americana bater R$ 4,38 no começo da manhã, o Banco Central decidiu entrar no jogo e convocou um leilão extraordinário de swap cambial no valor de US$ 1 bilhão, o que aliviou a pressão. Com queda de 0,39%, a moeda encerrou o dia cotada a R$ 4,333.
Hoje, o BC volta a realizar um novo leilão extraordinário de swap cambial. Assim como o primeiro, o leilão será no valor de US$ 1 bilhão.
A atuação do BC no câmbio também mexeu com o mercado de juros, devolvendo alguma cautela e calibrando as apostas por novos cortes na Selic.
Enquanto os investidores ficam atentos ao mercado de câmbio, a agenda brasileira também reserva a divulgação do IBC-Br de dezembro, a prévia do PIB, que será divulgado 9h.
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A expectativa é que o índice confirme a retomada lenta da economia e equilibre as apostas para atuações futuras do BC.
Após a mudança de metodologia para o diagnóstico do coronavírus, o número de casos sofreu um aumento expressivo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) tentou amenizar a situação, dizendo se tratar apenas de um ajuste retroativo que não se reflete em um aumento na taxa de contágio.
A epidemia segue sendo um dos principais pontos de tensão do mercado. Os investidores ainda tentam medir qual será o impacto da epidemia para a economia global.
Com a cautela redobrada, as bolsas de Nova York interromperam a sequência de recordes e fecharam em baixa na sessão de ontem. Mas de olho em dados econômicos que serão divulgados hoje, os índices futuros amanhecem no positivo.
Seguindo o clima de aversão ao risco que tomou conta dos mercados globais, o Ibovespa também fechou em queda de 0,87%, aos 115.662,40 pontos.
Na Ásia, as bolsas fecharam em alta, enquanto os investidores monitoram o coronavírus. O mercado local também foi influenciado pela expectativa de que a China coloque em prática a redução de tarifas sobre produtos americanos, previsto na primeira fase do acordo comercial.
A primeira reunião formal do colegiado que irá discutir a reforma tributária ainda deve levar mais algumas semanas para acontecer.
Parlamentares indicados afirmaram que, diante de um Congresso esvaziado nos próximos dias, a reunião deve ficar para depois do carnaval.
Hoje é dia de conhecer os resultados do BTG Pactual, Usiminas e Cosan.
Confira alguns dos resultados divulgados nesta quinta-feira:
Nos Estados Unidos, os números das vendas do varejo e produção industrial de janeiro.
Zona do euro e Alemanha divulgam as estimativas para o PIB do 4º trimestre.
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
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Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso
Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz
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Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo