O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após mais um dia de queda nas bolsas americanas, os índices futuros em Nova York exibem sinais de recuperação. Na Europa, a cautela predomina nos negócios
A sexta-feira começa com a exibição de sinais mistos nos mercados internacionais. Enquanto os índices futuros em Nova York ensaiam um dia de recuperação, na Europa a cautela impera com o impasse nas negociações de um acordo pós-Brexit entre União Europeia e Reino Unido.
No Brasil, os investidores aguardam os números do volume de serviços de julho e monitoram as falas do presidente Jair Bolsonaro sobre uma possível intervenção do governo no câmbio.
O fastasma da interferência governamental na economia volta a assombrar o mercado financeiro local, após o presidente Jair Bolsonaro declarar em sua live semanal que tem conversado com os seus ministros e Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, sobre caminhos legais para que o dólar não suba tanto, o que pode mexer com a cotação da moeda nesta sexta-feira.
No radar dos investidores também está a alta recente dos alimentos. O presidente disse ter autorizado a ministro da Justiça, André Mendonça, notificar supermercados pelo aumento dos itens da cesta básica. Enquanto isso, o ministério da Economia criticou em ofício medidas de controle de preços e alertou para a possibilidade de desabastecimento e busca pelo mercado informal
A pausa na cautela nas bolsas americanas foi breve e os investidores voltaram a mostrar preocupação com o preço dos ativos de risco nesta quinta-feira, com as bolsas americanas voltando a fechar em queda.
O movimento também foi alimentado pelos sinais mistos com relação a recuperação da economia global e as negociações entre União Europeia e Reino Unido em torno do Brexit.
Leia Também
Com o cenário negativo no exterior, o principal índice da bolsa brasileira - que chegou a abrir o dia em alta - terminou a sessão em queda de 2,43%, aos 98.834,59 pontos. O dólar subiu 0,39%, a R$ 5,3188.
Durante a madrugada, as bolsas asiáticas foram na contramão de Wall Street e fecharam o dia em alta.
Na Europa, a grande pauta dos últimos dias voltou a ser o Brexit. No momento, a União Europeia e o Reino Unido se encontram com um impasse nas negociações sobre o pacto comercial que deveria entrar em vigor em janeiro do ano que vem, após o período de transição do Brexit.
O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, encaminhou um projeto de lei que desfaz alguns pontos do acordo com a UE. O bloco espera que o governo britânico descarte os planos de anular o tratado do Brexit.
O impasse traz cautela aos negócios no continente, com as principais bolsas europeias operando no vermelho.
Em Nova York, os índices futuros das bolsas americanas voltam a exibir sinais de recuperação. Por volta das 7h45, os três principais índices operavam em alta.
O EWZ, principal ETF brasileiro negociado em Nova York, apresenta alta de quase 1% nesta manhã.
O destaque do dia é a divulgação do volume de serviços prestados em julho pelo Instituto Brasileiro de Geogradia e Estatística (IBGE) (9h). A expectativa dos analistas é de que o setor apresente uma alta de 3,45%.
Lá fora, o destaque do dia fica com o índice de preços ao consumidor de agosto dos Estados Unidos (9h30) e a reunião dos ministros das Finanças da zona do euro (14h).
A mineradora Vale divulgou novas diretrizes de sua política de gestão de riscos, com objetivo de evitar a ocorrência de acidentes.
Além disso, a empresa também anunciou a aprovação de pagamento de proventos, no valor de R$ 2,4075 por ação.
O BNDESPar anunciou a intenção de vender as debêntures participativas que possui na mineradora.
Os American Depositary Receipts (ADRs) da Vale negociados em Nova York sobem mais de 2,4% no pré-mercado.
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda