O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No Brasil, expectativa é que o IPCA de abril registre deflação. Lá fora, o relatório de emprego americano, o payroll, deve trazer o impacto do coronavírus na economia

No mercado doméstico, os investidores seguem monitorando de perto Brasília, onde as falas do presidente Jair Bolsonaro e a deterioração da relação do Executivo com o Congresso seguem mexendo com os ânimos do mercado. Mas, para além das crises políticas, indicadores econômicos importantes são muito aguardados hoje.
No Brasil, temos o IPCA de abril, número que pode continuar pressionando o dólar, se as projeções de deflação se confirmarem.
O dia também começa marcado pela expectativa do 'payroll', o relatório de emprego americano. Os especilistas esperam que a taxa salte até 15%, refletindo o impacto do coronavírus na economia americana. Enquanto isso, os investidores comemoram o aparente alívio da tensão entre Estados Unidos e China, o que mantém os negócios no campo positivo.
Aparentemente, Estados Unidos e China estão tentando reverter a tensão criada nos últimos dias entre os países - e que tem se refletido no mercado.
Donald Trump chegou a ameaçar interromper o acordo comercial firmado entre os países em janeiro se a China deixar de cumprir a sua parte e não comprar bens e serviços americanos.
O vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, entrou em campo e conversou com Robert Lighthizer, representante comercial dos Estados Unidos, e o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin.
Leia Também
Segundo informações da agência de notícias chinesa, os países estão dispostos a cooperarem tanto no campo da saúde pública como no campo comercial, seguindo o acordo firmado em janeiro.
Com os sinais promissores da conversa, as bolsas asiáticas fecharam em alta generalizada. As bolsas europeias também começam o dia no campo positivo.
Ontem, as bolsas americanas reagiram bem a queda de pedidos semanais no auxílio-desemprego, mesmo que o número ainda continue elevado. A Nasdaq, inclusive, conseguiu zerar o prejuízo acumulado no ano.
Nesta sexta-feira, os índices futuros operam em alta firma de mais de 1%.
O Ibovespa teve uma quinta-feira de grande instabilidade, descolando no clima positivo visto no exterior e deixando de pegar carona na queda da Selic. O principal índice da bolsa brasileira fechou em baixa de 1,20%, aos 78.118,57 pontos.
Já o dólar teve um dia de alta pressão, refletindo a surpresa do corte efetuado pelo Banco Central na taxa básica de juros, e renovou mais uma vez as máximas, fechando o dia com o recorde nominal de R$ 5,8409, após avanço de 2,43%.
Pesou para a bolsa brasileira a aprovação pelo Senado do pacote de auxílio financeiro aos Estados e municípios, sem a contrapartida exigida pelo Ministro Paulo Guedes.
O presidente Jair Bolsonaro prometeu vetar o trecho, mas, enquanto o veto não vem, os investidores locais permaneceram mais cautelosos.
O texto atual prevê uma economia de apenas R$ 43 bilhões. Caso o veto se confirme, a cifra passa a ser de R$ 130 bilhões.
O Brasil atingiu a marca de 9.146 mortos pela covid-19, segundo boletim divulgado pelo Ministério da Saúde. O número total de infectados no país é de 135.106 casos.
Ontem, o presidente Jair Bolsonaro se uniu com um grupo de empresários que visitava Brasília e fez uma visita surpresa ao STF, transmitida pelo Facebook do presidente.
No encontro, Bolsonaro, Guedes e os empresários reforçaram os prejuízos da quarentena para a economia e 'pressionando' a Corte para que amenizasse as medidas de isolamento social. O ministro Paulo Guedes chegou a dizer que o país pode virar uma nova Venezuela.
Bolsonaro também voltou a expressar a importância de Paulo Guedes para o governo, afirmando que o ministro da Economia é dono de 99% da pauta econômica do país.
Às 9 horas temos os dados da inflação oficial, o IPCA. A estimativa dos analistas é de deflação, o que deve pressionar ainda mais o câmbio.
Lá fora, o destaque é o payroll, com os analistas projetando o que deve ser a maior taxa da série histórica.
Na Europa, o Eurogrupo se reúne para discutir a pandemia de covid-19.
Confira alguns dos últimos números divulgados no noticiário corporativo:
PEDIDO ENTREGUE
TEMPORADA DE BALANÇOS
DISPUTA PELO CAPITAL GLOBAL
MEXENDO NO PORTFÓLIO
CASTIGO DO MONSTRO
SURPRESA NEGATIVA
MERCADOS
TEMPORADA DE BALANÇOS
ALÍVIO PASSAGEIRO?
TEMPORADA DE BALANÇOS
EM EXPANSÃO
REABERTURA DE JANELA?
TEMPORADA DE BALANÇOS
CARTEIRA RECOMENDADA
BANCANDO O PREÇO DE CRESCER
DECEPCIONOU?
RESULTADOS TRIMESTRAIS
ENGORDANDO A CARTEIRA
CLIMA BAIXO ASTRAL
FIM DA SECA DE IPOS