O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mercados reagem com pessimismo à agressividade do banco central americano, precificando efeitos nefastos do avanço do coronavírus na economia.
O Banco Central vai reduzir os juros para tentar conter os efeitos do coronavírus na economia, mas em algum momento terá de aumentar as taxas. Pelo menos essa é a visão refletida no mercado de juros de futuros na B3.
As taxas dos contratos de DI (Depósito Interfinanceiro) de curto prazo operam em queda, mas as taxas dos contratos com vencimento a partir de 2022 são negociadas em alta.
Os investidores reagem à decisão do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, de fazer um agressivo e repentino corte de juros na noite de ontem (15).
O corte-surpresa bateu mal no mercado, adicionando mais uma camada de pessimismo ao pânico com o avanço do coronavírus no mundo e suas consequências nefastas para a economia global.
Confira a seguir como estavam as taxas de juros futuros por volta das 13h20:
A forte volatilidade no mercado de juros futuros deixou o Tesouro Direto suspenso nesta manhã, como é praxe ocorrer nessas situações.
Leia Também
A curva de juros "empinada", como se diz no jargão do mercado, se deve ao aumento da aversão a risco no mundo, potencialmente elevando o risco-país, apesar do ambiente geral de juros baixos e Selic nas mínimas.
A agressividade do corte de juros do Fed, que zerou as taxas americanas, bateu mal no mercado, que interpretou o fato como "as coisas estão piores do que imaginávamos". O dólar em alta também ajuda a pressionar as taxas.
As bolsas também reagem com fortes quedas nesta segunda. A bolsa entrou em circuit breaker logo na abertura, depois que o Ibovespa bateu em 12,53% de queda.
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente
Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%
O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%
Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados
O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual
Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”