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Véspera de Natal é dia de baixa liquidez nos mercados, com bolsas da Europa e nos EUA operando em horário reduzido; bolsa brasileira está fechada.
As bolsas dos Estados Unidos e a maioria das bolsas da Europa fecharam em alta nesta quinta-feira (24). O ânimo dos mercados foi puxado por um "presente de Natal" britânico: a formalização do acordo do Reino Unido e União Europeia que tratará da relação comercial após o período de transição do Brexit, que se encerra no próximo dia 31.
Na véspera do Natal, os mercados tiveram um dia de baixa liquidez. As bolsas europeias e americanas funcionaram em horário reduzido, enquanto aqui no Brasil não houve pregão na B3.
Desde a manhã, o dia foi marcado pelo otimismo com o acordo comercial entre Reino Unido e a União Europeia. O anúncio foi realizado por volta das 12h (horário de Brasília) pelo primeiro-ministro britânico Boris Johnson.
Com exceção de Paris, as bolsas europeia fecharam o dia em alta. Veja abaixo:
Nos Estados Unidos, as bolsas seguiram o bom humor da Europa e fecharam a véspera de Natal com ganhos. Veja só:
Além de monitorar a situação da Europa, os investidores americanos seguiram atentos ao noticiário político envolvendo o pacote fiscal de auxílio à população.
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A presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, afirmou que colocará na pauta de votação de segunda-feira um projeto de lei para pagamento de US$ 2 mil a americanos.
Trata-se de um passo além em relação à proposta de envio de cheques US$ 600 para americanos afetados pela pandemia, parte de um pacote fiscal de US$ 900 bilhões aprovado pelo Congresso.
Hoje não há pregão de compra e venda de ações. Ontem o Ibovespa fechou em alta de 1%, aos 117.806,85 pontos. Relembre como foi o último pregão da bolsa brasileira antes do feriado de Natal.
Na Ásia, a maioria das bolsas fechou em alta nesta madrugada. O movimento de otimismo foi minimizado com o tombo da ação da Alibaba.
A gigante de e-commerce está sob ameaça de investigação de autoridades chinesas por prática monopolista. Sua ação despencou 8,13% na bolsa de Hong Kong e atingiu o menor patamar desde julho.
Desde o pico que atingiu no fim de outubro, a ação da varejista online acumula perdas de mais de 25%.
A decisão de investigar o Alibaba veio semanas depois de a China suspender uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) do Ant Group, subsidiária financeira do Alibaba. Estimava-se que o IPO do Ant atingiria US$ 34 bilhões e poderia ser o maior já feito no mundo.
O banco central chinês, o PBoC, e outros reguladores também convocaram executivos do Ant para uma reunião.
Nos últimos meses, Pequim divulgou diretrizes antitruste preliminares para plataformas de internet, apontou que algumas empresas podem se tornar "grandes demais para falir" e as alertou que não desenvolvam práticas como as de precificação predatória, abuso de uso de dados de consumidores e venda de produtos fraudulentos.
*Com Estadão Conteúdo
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