🔴 AINDA É POSSÍVEL MULTIPLICAR UM INVESTIMENTO POR 270 VEZES COM CRIPTOMOEDAS? – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

As Queridinhas de 2020

Com alta acima de 80% no ano, Weg, Magalu, Via Varejo e B2W lideram altas do Ibovespa; ainda é hora de comprar?

De modo geral, as expectativas seguem bastante favoráveis, ainda que as ações não estejam necessariamente uma barganha. Confira as recomendações dos analistas

Weg
Imagem: Divulgação

O pânico nos mercados provocado pela disseminação global do coronavírus derrubou em bloco praticamente todas as ações da bolsa. Apenas no fatídico mês de março, o Ibovespa, principal índice da B3, registrou um tombo de 30%, um dos maiores da história.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim como a queda, a recuperação da bolsa foi surpreendentemente rápida, mas o Ibovespa ainda acumula baixa de mais de 10% no ano. De todo modo, o desempenho dos papéis que compõem o índice é bastante desigual. Das 73 ações, 21 conseguiram reverter as perdas e operam no positivo no acumulado de 2020.

Quatro delas, contudo, despontam com uma valorização acima de 80%: Weg (WEGE3), Magazine Luiza (MGLU3), Via Varejo (VVAR3) e B2W (BTOW3). Pouco atrás, com alta de 79%, estão os papéis da Marfrig (MRFG3).

Em comum entre elas está a capacidade de apresentar aumento nas receitas — embora não necessariamente do lucro — no período mais agudo da pandemia.

Os investidores também apostam que algumas tendências aceleradas na fase de isolamento social, como as compras pela internet, se tornem permanentes no pós-crise.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas depois do rali ainda há espaço para novas valorizações? De modo geral, as expectativas dos analistas seguem bastante favoráveis, ainda que as ações não estejam necessariamente uma barganha.

Leia Também

TANQUE CHEIO NA BOLSA

Petrobras (PETR4) bate R$ 800 bilhões em valor de mercado pela primeira vez. O que está por trás do novo recorde?

O PÓDIO MUDOU

A Vale ficou para trás: BTG Pactual (BPAC11) toma o lugar de VALE3 no pódio das empresas mais valiosas da bolsa

A seguir eu trago para você as recomendações para os papéis de Weg, B2W, Magalu, Via Varejo e Marfrig, de acordo com dados da Bloomberg.

[captacao]

Weg (WEGE3): alta de 98% no ano

  • Compra: 5 indicações
  • Manter: 6 indicações
  • Venda: 4 indicações

Uma pessoa no futuro que quiser se informar sobre o que aconteceu no mundo no primeiro semestre de 2020 no Brasil não terá uma boa referência no balanço da Weg.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto a receita de uma fatia considerável das empresas caiu a quase zero, a fabricante de equipamentos para a indústria registrou aumento de 37% no lucro e de 35% no Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização).

Não há no mercado quem questione a qualidade da Weg. As recomendações para as ações da companhia hoje só estão divididas porque as ações estão longe de ser baratas, ao contrário.

A relação entre o preço e o lucro (P/L) da companhia, considerando a projeção para o resultado para este ano, está em 75 vezes, de acordo com a Bloomberg — quanto mais alto o P/L, mais cara é considerada uma ação.

Embora os papéis estejam caros, alguns analistas ainda veem potencial para uma valorização adicional. É o caso do J.P. Morgan. “Não se engane pela avaliação de curto prazo”, escreveu o analista Marcelo Motta, em relatório publicado no mês passado em que elevou a recomendação de Weg para compra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Magazine Luiza (MGLU3): alta de 85% no ano

  • Compra: 8 indicações
  • Manter: 7 indicações
  • Venda: 0 indicações

O Magazine Luiza já se consagrou como uma das histórias de maior sucesso da bolsa de todos tempos. As ações da varejista saíram de meros R$ 0,28 — em cotações ajustadas — no fim de 2015 para os atuais R$ 87,94, uma valorização de mais de 30 mil por cento!

Quem perdeu o bonde sem freio do Magalu teve mais uma oportunidade de comprar os papéis a preços relativamente baixos neste ano. No dia 18 de março, auge do pânico dos mercados com o coronavírus, as ações bateram na mínima de R$ 28,81.

Os felizardos que tiveram sangue-frio de comprar naquele momento já triplicaram o valor investido em apenas cinco meses. Mas com o Magazine Luiza de volta às máximas históricas, é natural se perguntar se as ações já não teriam chegado no limite.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A resposta da maioria dos analistas é dividida, com oito indicações de compra e sete de manutenção. Mas ninguém ousa apostar contra a companhia.

Os resultados do segundo trimestre deram razão aos mais otimistas. As vendas online aumentaram impressionantes 182% e superaram a expectativa do mercado, que já era otimista.

O Magalu também vem aproveitando a crise para fazer aquisições. Foram três recentemente: o site de conteúdo de tecnologia Canaltech, a plataforma Inloco Media e a startup de tecnologia Stoq.

Via Varejo: alta de 85% no ano

  • Compra: 13 indicações
  • Manter: 4 indicações
  • Venda: 1 indicação

Do céu ao inferno. E de novo ao céu. A trajetória recente da Via Varejo não poupou emoções aos investidores. As ações da dona das redes Casas Bahia e Ponto Frio deram uma guinada com a reestruturação promovida pelo grupo liderado pelo empresário Michael Klein, que assumiu o comando no ano passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O problema é que a crise do coronavírus acabou pegando a varejista no meio desse processo — e pior, com caixa bem limitado. As dúvidas se a companhia teria fôlego para suportar a fase mais crítica da pandemia fizeram os papéis derreterem em março.

Mas a Via Varejo conseguiu surpreender graças ao forte resultado das vendas pela internet, que fez o mercado retomar a confiança na companhia. Com isso, a empresa conseguiu fazer uma oferta de ações para reforçar o caixa e dar sequência ao plano de reestruturação.

Os números do segundo trimestre reforçaram a percepção de que a Via Varejo está no caminho certo. “Acreditamos que a Via Varejo entra no segundo semestre com forte impulso, o que deve ajudá-la a continuar a recuperar o terreno perdido para os concorrentes”, escreveu o analista Richard Cathcart, do Bradesco BBI, que tem recomendação de compra para as ações.

B2W (BTOW3): alta de 82% no ano

  • Compra: 10 indicações
  • Manter: 8 indicações
  • Venda: 0 indicações

A B2W, varejista dona dos sites Americanas.com e Submarino, passou anos sob desconfiança do mercado por queimar caixa por vários trimestres sucessivos sem perspectiva de apresentar resultados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas a companhia enfim começa a colher os frutos dos investimentos para se recolocar na briga cada vez mais acirrada entre as gigantes do varejo.

A B2W foi uma das varejistas que conseguiram absorver parte do consumo que migrou das lojas físicas para os canais online durante a pandemia. No segundo trimestre, as vendas da companhia, incluindo as realizadas pela plataforma de marketplace, aumentaram 72% na comparação com o mesmo período do ano passado, para R$ 6,7 bilhões.

A forte alta neste ano deixou pouco espaço para valorizações mais expressivas no curto prazo. Ainda assim, os analistas do BTG Pactual estão entre os que seguem com a indicação de compra para as ações.

“O momento favorável e as possibilidades de novas parcerias ou aquisições (principalmente após a capitalização de R$ 4 bilhões) sustentam a B2W como uma de nossas opções preferidas para 2020”, escreveram os analistas Luiz Guanais e Gabriel Savi, do BTG Pactual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Marfrig (MRFG3): alta de 79% no ano

  • Compra: 12 indicações
  • Manter: 3 indicações
  • Venda: 0 indicações

As ações de empresas exportadoras e com operações no exterior são entre as apostas óbvias em tempos de dólar alto. Com 93% das receitas na moeda norte-americana no segundo trimestre, a Marfrig está entre as beneficiadas pelo câmbio.

Mas foi depois da divulgação do balanço do segundo trimestre que as ações da empresa de alimentos acelerou a alta. Com resultado recorde (lucro líquido de R$ 1,6 bilhão) e queda nos índices de endividamento, os números superaram de longe as projeções do mercado.

Os números animaram os investidores. Apenas neste mês, as ações acumulam alta de 24%, o segundo melhor desempenho entre os papéis do Ibovespa, atrás apenas de Klabin.

“A Marfrig apresentou excelentes resultados no 2T20, superando as expectativas do mercado em todos os principais indicadores”, disse a analista Betina Roxo, da XP Investimentos, que tem recomendação de compra para os papéis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Estátua de garota em frente ao touro de Wall Street 12 de outubro de 2026 - 17:10
Gráfico de ações e bandeira do Brasil para representar a bolsa brasileira 10 de outubro de 2026 - 11:25
Blocos mostrando as siglas IPCA e Selic, referindo-se à inflação e à taxa básica de juros 9 de outubro de 2026 - 12:43
Galpão do BTG Pactual Logística BTLG11 8 de outubro de 2026 - 10:47
ID da foto:2170926072 7 de outubro de 2026 - 6:03
Rede D'Or rdor3 saúde hospital 6 de outubro de 2026 - 13:08
JBS avança rumo à dupla listagem de ações 2 de outubro de 2026 - 19:32
Montagem com imagens de urna eletrônica, a bandeira do Brasil, o presidente Lula de cabeça baixa do lado esquerdo da imagem, um homem asiático ao centro (o entrevistado do podcast), e do lado direito Flávio Bolsonaro comemorando 2 de outubro de 2026 - 18:30
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar